- A Divina Comédia -Dante Alighieri
- A Comédia dos Erros -William Shakespeare
- Poemas de Fernando Pessoa -Fernando Pessoa
- Dom Casmurro -Machado de Assis
- Cancioneiro -Fernando Pessoa
- Romeu e Julieta -William Shakespeare
- A Cartomante -Machado de Assis
- Mensagem -Fernando Pessoa
- A Carteira -Machado de Assis
- A Megera Domada -William Shakespeare
- A Tragédia de Hamlet, Príncipe da Dinamarca -William Shakespeare
- Sonho de Uma Noite de Verão -William Shakespeare
- O Eu profundo e os outros Eus. -Fernando Pessoa
- Dom Casmurro -Machado de Assis
- Do Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
- Poesias Inéditas -Fernando Pessoa
- Tudo Bem Quando Termina Bem -William Shakespeare
- A Carta -Pero Vaz de Caminha
- A Igreja do Diabo -Machado de Assis
- Macbeth -William Shakespeare
- Este mundo da injustiça globalizada -José Saramago
- A Tempestade -William Shakespeare
- O pastor amoroso -Fernando Pessoa
- A Cidade e as Serras -José Maria Eça de Queirós
- Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
- A Carta de Pero Vaz de Caminha -Pero Vaz de Caminha
- O Guardador de Rebanhos -Fernando Pessoa
- O Mercador de Veneza -William Shakespeare
- A Esfinge sem Segredo -Oscar Wilde
- Trabalhos de Amor Perdidos -William Shakespeare
- Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
- A Mão e a Luva -Machado de Assis
- Arte Poética -Aristóteles
- Conto de Inverno -William Shakespeare
- Otelo, O Mouro de Veneza -William Shakespeare
- Antônio e Cleópatra -William Shakespeare
- Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
- A Metamorfose -Franz Kafka
- A Cartomante -Machado de Assis
- Rei Lear -William Shakespeare
- A Causa Secreta -Machado de Assis
- Poemas Traduzidos -Fernando Pessoa
- Muito Barulho Por Nada -William Shakespeare
- Júlio César -William Shakespeare
- Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
- Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
- Cancioneiro -Fernando Pessoa
- Catálogo de Autores Brasileiros com a Obra em Domínio Público -Fundação Biblioteca Nacional
- A Ela -Machado de Assis
- O Banqueiro Anarquista -Fernando Pessoa
- Dom Casmurro -Machado de Assis
- A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
- Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
- Adão e Eva -Machado de Assis
- A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo
- A Chinela Turca -Machado de Assis
- As Alegres Senhoras de Windsor -William Shakespeare
- Poemas Selecionados -Florbela Espanca
- As Vítimas-Algozes -Joaquim Manuel de Macedo
- Iracema -José de Alencar
- A Mão e a Luva -Machado de Assis
- Ricardo III -William Shakespeare
- O Alienista -Machado de Assis
- Poemas Inconjuntos -Fernando Pessoa
- A Volta ao Mundo em 80 Dias -Júlio Verne
- A Carteira -Machado de Assis
- Primeiro Fausto -Fernando Pessoa
- Senhora -José de Alencar
- A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães
- Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
- A Mensageira das Violetas -Florbela Espanca
- Sonetos -Luís Vaz de Camões
- Eu e Outras Poesias -Augusto dos Anjos
- Fausto -Johann Wolfgang von Goethe
- Iracema -José de Alencar
- Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
- Os Maias -José Maria Eça de Queirós
- O Guarani -José de Alencar
- A Mulher de Preto -Machado de Assis
- A Desobediência Civil -Henry David Thoreau
- A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
- A Pianista -Machado de Assis
- Poemas em Inglês -Fernando Pessoa
- A Igreja do Diabo -Machado de Assis
- A Herança -Machado de Assis
- A chave -Machado de Assis
- Eu -Augusto dos Anjos
- As Primaveras -Casimiro de Abreu
- A Desejada das Gentes -Machado de Assis
- Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
- Quincas Borba -Machado de Assis
- A Segunda Vida -Machado de Assis
- Os Sertões -Euclides da Cunha
- Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
- O Alienista -Machado de Assis
- Don Quixote. Vol. 1 -Miguel de Cervantes Saavedra
- Medida Por Medida -William Shakespeare
- Os Dois Cavalheiros de Verona -William Shakespeare
- A Alma do Lázaro -José de Alencar
- A Vida Eterna -Machado de Assis
- A Causa Secreta -Machado de Assis
- 14 de Julho na Roça -Raul Pompéia
- Divina Comedia -Dante Alighieri
- O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
- Coriolano -William Shakespeare
- Astúcias de Marido -Machado de Assis
- Senhora -José de Alencar
- Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
- Noite na Taverna -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
- Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
- A “Não-me-toques”! -Artur Azevedo
- Os Maias -José Maria Eça de Queirós
- Obras Seletas -Rui Barbosa
- A Mão e a Luva -Machado de Assis
- Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
- Aurora sem Dia -Machado de Assis
- Édipo-Rei -Sófocles
- O Abolicionismo -Joaquim Nabuco
- Pai Contra Mãe -Machado de Assis
- O Cortiço -Aluísio de Azevedo
- Tito Andrônico -William Shakespeare
- Adão e Eva -Machado de Assis
- Os Sertões -Euclides da Cunha
- Esaú e Jacó -Machado de Assis
- Don Quixote -Miguel de Cervantes
- Camões -Joaquim Nabuco
- Antes que Cases -Machado de Assis
- A melhor das noivas -Machado de Assis
- Livro de Mágoas -Florbela Espanca
- O Cortiço -Aluísio de Azevedo
- A Relíquia -José Maria Eça de Queirós
- Helena -Machado de Assis
- Contos -José Maria Eça de Queirós
- A Sereníssima República -Machado de Assis
- Iliada -Homero
- Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
- A Brasileira de Prazins -Camilo Castelo Branco
- Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
- Sonetos e Outros Poemas -Manuel Maria de Barbosa du Bocage
- Ficções do interlúdio: para além do outro oceano de Coelho Pacheco. -Fernando Pessoa
- Anedota Pecuniária -Machado de Assis
- A Carne -Júlio Ribeiro
- O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
- Don Quijote -Miguel de Cervantes
- A Volta ao Mundo em Oitenta Dias -Júlio Verne
- A Semana -Machado de Assis
- A viúva Sobral -Machado de Assis
- A Princesa de Babilônia -Voltaire
- O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
- Catálogo de Publicações da Biblioteca Nacional -Fundação Biblioteca Nacional
- Papéis Avulsos -Machado de Assis
- Eterna Mágoa -Augusto dos Anjos
- Cartas D’Amor -José Maria Eça de Queirós
- O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
- Anedota do Cabriolet -Machado de Assis
- Canção do Exílio -Antônio Gonçalves Dias
- A Desejada das Gentes -Machado de Assis
- A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
- Don Quixote. Vol. 2 -Miguel de Cervantes Saavedra
- Almas Agradecidas -Machado de Assis
- Cartas D’Amor - O Efêmero Feminino -José Maria Eça de Queirós
- Contos Fluminenses -Machado de Assis
- Odisséia -Homero
- Quincas Borba -Machado de Assis
- A Mulher de Preto -Machado de Assis
- Balas de Estalo -Machado de Assis
- A Senhora do Galvão -Machado de Assis
- O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
- A Inglezinha Barcelos -Machado de Assis
- Capítulos de História Colonial (1500-1800) -João Capistrano de Abreu
- CHARNECA EM FLOR -Florbela Espanca
- Cinco Minutos -José de Alencar
- Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida
- Lucíola -José de Alencar
- A Parasita Azul -Machado de Assis
- A Viuvinha -José de Alencar
- Utopia -Thomas Morus
- Missa do Galo -Machado de Assis
- Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves
- História da Literatura Brasileira: Fatores da Literatura Brasileira -Sílvio Romero
- Hamlet -William Shakespeare
- A Ama-Seca -Artur Azevedo
- O Espelho -Machado de Assis
- Helena -Machado de Assis
- As Academias de Sião -Machado de Assis
- A Carne -Júlio Ribeiro
- A Ilustre Casa de Ramires -José Maria Eça de Queirós
- Como e Por Que Sou Romancista -José de Alencar
- Antes da Missa -Machado de Assis
- A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
- A Carta -Pero Vaz de Caminha
- LIVRO DE SÓROR SAUDADE -Florbela Espanca
- A mulher Pálida -Machado de Assis
- Americanas -Machado de Assis
- Cândido -Voltaire
- Viagens de Gulliver -Jonathan Swift
- El Arte de la Guerra -Sun Tzu
- Conto de Escola -Machado de Assis
- Redondilhas -Luís Vaz de Camões
- Iluminuras -Arthur Rimbaud
- Schopenhauer -Thomas Mann
- Carolina -Casimiro de Abreu
- A esfinge sem segredo -Oscar Wilde
- Carta de Pero Vaz de Caminha. -Pero Vaz de Caminha
- Memorial de Aires -Machado de Assis
- Triste Fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto
- A última receita -Machado de Assis
- 7 Canções -Salomão Rovedo
- Antologia -Antero de Quental
- O Alienista -Machado de Assis
- Outras Poesias -Augusto dos Anjos
- Alma Inquieta -Olavo Bilac
- A Dança dos Ossos -Bernardo Guimarães
- A Semana -Machado de Assis
- Diário Íntimo -Afonso Henriques de Lima Barreto
- A Casadinha de Fresco -Artur Azevedo
- Esaú e Jacó -Machado de Assis
- Canções e Elegias -Luís Vaz de Camões
- História da Literatura Brasileira -José Veríssimo Dias de Matos
- A mágoa do Infeliz Cosme -Machado de Assis
- Seleção de Obras Poéticas -Gregório de Matos
- Contos de Lima Barreto -Afonso Henriques de Lima Barreto
- Farsa de Inês Pereira -Gil Vicente
- A Condessa Vésper -Aluísio de Azevedo
- Confissões de uma Viúva -Machado de Assis
- As Bodas de Luís Duarte -Machado de Assis
- O LIVRO D’ELE -Florbela Espanca
- O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
- A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo
- Lira dos Vinte Anos -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
- A Orgia dos Duendes -Bernardo Guimarães
- Kamasutra -Mallanâga Vâtsyâyana
- Triste Fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto
- A Bela Madame Vargas -João do Rio
- Uma Estação no Inferno -Arthur Rimbaud
- Cinco Mulheres -Machado de Assis
- A Confissão de Lúcio -Mário de Sá-Carneiro
- O Cortiço -Aluísio Azevedo
- RELIQUIAE -Florbela Espanca
- Minha formação -Joaquim Nabuco
- A Conselho do Marido -Artur Azevedo
- Auto da Alma -Gil Vicente
- 345 -Artur Azevedo
- O Dicionário -Machado de Assis
- Contos Gauchescos -João Simões Lopes Neto
- A idéia do Ezequiel Maia -Machado de Assis
- AMOR COM AMOR SE PAGA -França Júnior
- Cinco minutos -José de Alencar
- Lucíola -José de Alencar
- Aos Vinte Anos -Aluísio de Azevedo
- A Poesia Interminável -João da Cruz e Sousa
- A Alegria da Revolução -Ken Knab
- O Ateneu -Raul Pompéia
- O Homem que Sabia Javanês e Outros Contos -Afonso Henriques de Lima Barreto
- Ayres e Vergueiro -Machado de Assis
- A Campanha Abolicionista -José Carlos do Patrocínio
- Noite de Almirante -Machado de Assis
- O Sertanejo -José de Alencar
- A Conquista -Coelho Neto
- Casa Velha -Machado de Assis
- O Enfermeiro -Machado de Assis
- O Livro de Cesário Verde -José Joaquim Cesário Verde
- Casa de Pensão -Aluísio de Azevedo
- A Luneta Mágica -Joaquim Manuel de Macedo
- Poemas -Safo
- A Viuvinha -José de Alencar
- Coisas que Só Eu Sei -Camilo Castelo Branco
- Contos para Velhos -Olavo Bilac
- Ulysses -James Joyce
- 13 Oktobro 1582 -Luiz Ferreira Portella Filho
- Cícero -Plutarco
- Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves
- Confissões de uma Viúva Moça -Machado de Assis
- As Religiões no Rio -João do Rio
- Várias Histórias -Machado de Assis
- A Arrábida -Vania Ribas Ulbricht
- Bons Dias -Machado de Assis
- O Elixir da Longa Vida -Honoré de Balzac
- A Capital Federal -Artur Azevedo
- A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães
- As Forças Caudinas -Machado de Assis
- Coração, Cabeça e Estômago -Camilo Castelo Branco
- Balas de Estalo -Machado de Assis
- AS VIAGENS -Olavo Bilac
- Antigonas -Sofócles
- A Dívida -Artur Azevedo
- Sermão da Sexagésima -Pe. Antônio Vieira
- Uns Braços -Machado de Assis
- Ubirajara -José de Alencar
- Poética -Aristóteles
- Bom Crioulo -Adolfo Ferreira Caminha
- A Cruz Mutilada -Vania Ribas Ulbricht
- Antes da Rocha Tapéia -Machado de Assis
- Poemas Irônicos, Venenosos e Sarcásticos -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
- Histórias da Meia-Noite -Machado de Assis
- Via-Láctea -Olavo Bilac
- O Mulato -Aluísio de Azevedo
- O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
- Os Escravos -Antônio Frederico de Castro Alves
- A Pata da Gazela -José de Alencar
- BRÁS, BEXIGA E BARRA FUNDA -Alcântara Machado
- Vozes d’África -Antônio Frederico de Castro Alves
- Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida
- O que é o Casamento? -José de Alencar
- A Harpa do Crente -Vania Ribas Ulbricht
- A Casa Fechada -Roberto Gomes Ribeiro
- As Asas de um Anjo (Comédia) -José de Alencar
- Béatrix -Honoré de Balzac
- Diva -José de Alencar
- A Melhor Amiga -Artur Azevedo
- A Confissão de Lúcio -Mário de Sá-Carneiro
- CONTOS AVULSOS -Alcântara Machado
- Poemas Humorísticos e Irônicos -João da Cruz e Sousa
- Cantiga de Esponsais -Machado de Assis
- Quincas Borba -Machado de Assis
- Brincar com fogo -Machado de Assis
- Helena -Machado de Assis
- Dentro da noite -João do Rio
- O Livro da Lei -Aleister Crowley
- Caramuru: poema épico do descobrimento da Bahia -José de Santa Rita Durão
- Conto de Escola -Machado de Assis
- Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida
- Poemas Malditos -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
- Ao Entardecer (contos vários) -Visconde de Taunay
- Felicidade pelo Casamento -Machado de Assis
- Noite na Taverna -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
- Cartas Chilenas -Tomáz Antônio Gonzaga
- O Mulato -Aluísio de Azevedo
- Farsa do Velho da Horta -Gil Vicente
- Amor com Amor se Paga -Joaquim José da França Júnior
- Andar a Pé -David Henry Thoreau
- Arras por Foro de Espanha (1371-1372) -Vania Ribas Ulbricht
- 20,000 Leagues Under the Sea -Jules Verne
- Mãe -José de Alencar
- Contos Fluminenses -Machado de Assis
- Amedeide : poema eroico -Gabriello Chiabrera
- Caso da Vara -Machado de Assis
- Poemas -Alphonsus de Guimarães
- O Mundo como Está -Voltaire
- Elogio da vaidade -Machado de Assis
- Decadência de dois grandes homens -Machado de Assis
- Um Homem Célebre -Machado de Assis
- A Marquesa de Santos -Paulo Setúbal
- Memorial de Aires -Machado de Assis
- As Pupilas do Senhor Reitor -Júlio Dinis
- Conto Alexandrino -Machado de Assis
- A Almanjarra -Artur Azevedo
- Poesias dispersas -Machado de Assis
- Ser Infeliz -Franz Kafka
- Teoria do Medalhão -Machado de Assis
- Lendas e Narrativas (Tomo I) -Vania Ribas Ulbricht
- Viver! -Machado de Assis
- Sonetos -Luís Vaz de Camões
- A Normalista -Adolfo Ferreira Caminha
- Crônicas -Afonso Henriques de Lima Barreto
- O Velho da Horta -Gil Vicente
- Divina Commedia di Dante -Dante Alighieri
- Carolina -Casimiro de Abreu
- Auto da Índia -Gil Vicente
- A Melhor Vingança -Artur Azevedo
- O Ingênuo -Voltaire
- A Pata da Gazela -José de Alencar
- O Demônio Familiar -José de Alencar
- Iaiá Garcia -Machado de Assis
- Camões -Joaquim Nabuco
- Cultura e Opulência do Brasil por suas Drogas e Minas -Pe. André João Antonil
- O Mistério da Estrada de Sintra -José Maria Eça de Queirós
- Filosofia de um par de botas -Machado de Assis
- O Gaúcho -José de Alencar
- Discurso Sobre a História da Literatura do Brasil-Manifesto Publicado na Revista Nictheroy em 1836 -Machado de Assis
- Histórias e Tradições da Província de Minas Gerais -Bernardo Guimarães
- Tu, só tu, puro amor -Machado de Assis
- Vida Urbana -Afonso Henriques de Lima Barreto
- Caramuru -José de Santa Rita Durão
- As Cartas de Amabed -Voltaire
- Papéis Avulsos -Machado de Assis
- À Margem da História -Euclides da Cunha
- Uma Lágrima de Mulher -Aluísio de Azevedo
- Clara dos Anjos -Afonso Henriques de Lima Barreto
- Aforismi, novelle e profezie -Leonardo da Vinci
- Crisálidas -Machado de Assis
- Críticas Teatrais -Machado de Assis
- Mariana -Machado de Assis
- The Mysterious Affair at Styles -Agatha Christie
- As Farpas (Fevereiro a Maio 1878) -José Maria Eça de Queirós
- Correspondência de Machado de Assis -Machado de Assis
- O Mandarim -José Maria Eça de Queirós
- Cantigas de Santa Maria -I -Alfonso X, el Sabio
- O Moço Loiro -Joaquim Manuel de Macedo
- Em busca dos contos perdidos -Mariza B. T. Mendes
- Vênus! divina vênus! -Machado de Assis
- O Ateneu -Raul Pompéia
- Eterno! -Machado de Assis
- Poesias Coligidas -Antônio Frederico de Castro Alves
- Encarnação -José de Alencar
- Algunos Poemas a Lesbia -Caio Valério Catulo
- Capítulo dos Chapéus -Machado de Assis
- O Caçador de Esmeraldas -Olavo Bilac
- A Luneta Mágica -Joaquim Manuel de Macedo
- O SEMINARISTA -Bernado Guimarães
- Ao Correr da Pena -José de Alencar
- A Retirada da Laguna -Visconde de Taunay
- Noite na Taverna -Alvarez Azevedo
- Deus -Vania Ribas Ulbricht
- Quinhentos Contos -Machado de Assis
- Carmina -Caio Valério Catulo
- Os Sertões -Euclides da Cunha
- Diva -José de Alencar
- Histórias e Sonhos -Afonso Henriques de Lima Barreto
- O corpo feminino em debate -Maria Izilda Santos de Matos
- Madame Bovary -Gustave Flaubert
- Fernando e Fernanda -Machado de Assis
- Zadig ou o Destino -Voltaire
- Máximas, Pensamentos e Reflexões -Marquês de Maricá
- Momento literário -João do Rio
- Poemas -Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)
- Poesias Colegiais -Antônio Frederico de Castro Alves
- História do Futuro, Vol. I -Pe. Antônio Vieira
- A Margem -José Leon Machado
- ASTÚCIAS de NAMORADA -M. Pinheiro Chagas
- Desencantos -Machado de Assis
- O Mulato -Aluísio Azevedo
- Metafísica das Rosas -Machado de Assis
- Tarde -Olavo Bilac
- O Uraguai -José Basílio da Gama
- A Doença do Fabrício -Artur Azevedo
- Lendas do Sul -João Simões Lopes Neto
- Cartas de Inglaterra -José Maria Eça de Queirós
- As Farpas (Janeiro 1878) -José Maria Eça de Queirós
- A Aprender en las Haciendas -José Martí
- D. Benedita -Machado de Assis
- A relíquia -José Maria Eça de Queirós
- Pareceres de Machado de Assis -Machado de Assis
- Contrastes e Confrontos -Euclides da Cunha
- A Carta de Mestre João Faras -Mestre João Faras
- O BRASIL ANEDÓTICO -Humberto de Campos
- Evolução -Machado de Assis
- A Moça mais Bonita do Rio de Janeiro -Artur Azevedo
- Ondas e Outros Poemas Esparsos -Euclides da Cunha
- Clara dos Anjos -Afonso Henriques de Lima Barreto
- The Secret Adversary -Agatha Christie
- O DIALETO CAIPIRA -Amadeu Amaral
- The Pearl Box -A Pastor
- Eurico, o Presbítero -Vania Ribas Ulbricht
- O Anel de Polícrates -Machado de Assis
- O Juiz de Paz da Roça -Luís Carlos Martins Pena
- A Pata da Gazela -José de Alencar
- Minha formação -Joaquim Nabuco
- A Normalista -Adolfo Ferreira Caminha
- Gargantua and Pantagruel, Complete. -Francois Rabelais
- As Pupilas do Senhor Reitor -Júlio Dinis
- A Dog’s Tale -Mark Twain
- Uma Senhora -Machado de Assis
- 10,000 Dreams Interpreted -Gustavus Hindman Miller
- Don Quixote -Miguel de Cervantes Saavedra
- Singularidades de uma Rapariga Loura -José Maria Eça de Queirós
- Las 7 Partidas -Alfonso X, el Sabio
- O Seminarista -Bernardo Guimarães
- A Tempestade -Vania Ribas Ulbricht
- As Casadas Solteiras -Luís Carlos Martins Pena
- A Falência -Júlia Lopes de Almeida
- Entre 1892 e 1894 -Machado de Assis
- A Morte do Lidador -Vania Ribas Ulbricht
- Camões: discurso pronunciado a 10 de junho de 1880 por parte [sic] do Gabinete Português de Leitura -Joaquim Nabuco
- MEMÓRIAS DA RUA DO OUVIDOR -Joaquim Manoel de Macedo
- A Voz -Vania Ribas Ulbricht
- Capítulos de História Colonial -João Capistrano de Abreu
- À Margem da História -Euclides da Cunha
- O Homem dos Quarenta Escudos -Voltaire
- Camoens: the lyric poet: address at Vasar College on April, 1909 -Joaquim Nabuco
- Poema da Virgem -Pe. José de Anchieta
- A Filosofia do Mendes -Artur Azevedo
- PROFISSÃO DE FÉ -Olavo Bilac
- Wuthering Heights -Emily Brontë
- As Mulheres de Mantilha -Joaquim Manuel de Macedo
- Último Capítulo -Machado de Assis
- D. Paula -Machado de Assis
- O Noviço -Luís Carlos Martins Pena
- Inocência -Visconde de Taunay
- Marília de Dirceu -Tomáz Antônio Gonzaga
- Las Profecías de Nostradamus -Michel Nostradamus
- Crimen y Castigo -Fyodor Dostoyevsky
- Auto da Alma -Gil Vicente
- A Christmas Carol -Charles Dickens
- Os Sonhos d’Ouro -José de Alencar
- O MONSTRO E OUTROS CONTOS -Humberto de Campos
- O anjo Rafael -Machado de Assis
- Marília de Dirceu -Tomáz Antônio Gonzaga
- Casada e viúva -Machado de Assis
- Catálogo da Exposição Comemorativa do IV Centenário -Fundação Biblioteca Nacional
- Lição de Botânica -Machado de Assis
- Crônica do Viver Baiano Seiscentista - Os Homens Bons -Gregório de Matos
- Dispersão -Mário de Sá-Carneiro
- Romance de uma Velha -Joaquim Manuel de Macedo
- Amante Liberal -Miguel de Cervantes
- Marcha Fúnebre -Machado de Assis
- Casa, não casa -Machado de Assis
- El Conde de Montecristo -Alexandre Dumas
- Ubirajara -José de Alencar
- Broquéis -João da Cruz e Sousa
- A Mortalha de Alzira -Aluísio de Azevedo
- História de uma lágrima -Machado de Assis
- O Homem que Sabia Javanês -Afonso Henriques de Lima Barreto
- I-Juca-Pirama -Antônio Gonçalves Dias
- Curta história -Machado de Assis
- Histórias sem Data -Machado de Assis
- Como se inventaram os almanaques -Machado de Assis
- Madame Bovary -Gustave Flaubert
- I-Juca-Pirama -Antônio Gonçalves Dias
- Papéis Velhos -Machado de Assis
- Crônicas de Londres -José Maria Eça de Queirós
- Ensaio Histórico sobre as Letras no Brasil -Francisco Adolfo de Varnhagen
- Poemas de Fagundes Varela -Luís Nicolau Fagundes Varela
- Os Dois Amores -Joaquim Manuel de Macedo
- Coisas que Só Eu Sei -Camilo Castelo Branco
- O Livro de uma Sogra -Aluísio de Azevedo
- Les Fleurs du Mal -Charles Baudelaire
- Encarnação -José de Alencar
- O Cemitério dos Vivos -Afonso Henriques de Lima Barreto
- Prosas Bárbaras -José Maria Eça de Queirós
- A SERPENTE DE BRONZE -Humberto de Campos
- O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
- O Relógio de Ouro -Machado de Assis
- A Polêmica -Artur Azevedo
- Algunas Poesías -Johann Wolfgang von Goethe
- A Pele do Lobo -Artur Azevedo
- A Orgia dos Duendes -Bernardo Guimarães
- Los Miserables -Victor Hugo
- Contos Fora de Moda -Artur Azevedo
- O Bobo -Vania Ribas Ulbricht
- Auto da Feira -Gil Vicente
- O Cemitério dos Vivos -Afonso Henriques de Lima Barreto
- Divina Commedia di Dante: Inferno -Dante Alighieri
- Os Brilhantes do Brasileiro -Camilo Castelo Branco
- La Ilíada -Homero
- Duas Juízas -Machado de Assis
- Os Bruzundangas -Afonso Henriques de Lima Barreto
- Les Miserables -Victor Hugo
- Caráter -Ralph Waldo Emerson
- Lira dos Vinte Anos -Alvarez Azevedo
- A Capital Federal -Artur Azevedo
- A Jóia -Artur Azevedo
- Diana -Machado de Assis
- Prólogos Interessantíssimos -Vários autores
- Micrômegas -Voltaire
- A Ritinha -Artur Azevedo
- Casa de Pensão -Aluísio Azevedo
- Longe dos Olhos -Machado de Assis
- O Rio de Janeiro em 1877 -Artur Azevedo
- Verso e Reverso -José de Alencar
- O que é o Casamento? -José de Alencar
- Os Timbiras -Antônio Gonçalves Dias
- Fulano -Machado de Assis
- Esaú e Jacó -Machado de Assis
- Mateus e Mateusa -Qorpo Santo
- Germinal -Émile Zola
- Auto da Festa de São Lourenço -Pe. José de Anchieta
- Minha formação -Joaquim Nabuco
- Casa velha -Machado de Assis
- O Judas em Sábado de Aleluia -Luís Carlos Martins Pena
- A Midsummer Night’s Dream -William Shakespeare
- Quem Casa, Quer Casa -Luís Carlos Martins Pena
- De bello Gallico -Júlio César
- Contos -José Maria Eça de Queirós
- Cantiga velha -Machado de Assis
- Casa de pensão -Aluísio de Azevedo
- Filmer -H.G. Wells
- Poesia Litigiosa -Antônio Frederico de Castro Alves
- El Retrato de Dorian Gray -Oscar Wilde
- Canções e Elegias -Luís Vaz de Camões
- Canto da Solidão -Bernardo Guimarães
- Poemas Escolhidos -Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)
- A Carne -Júlio Ribeiro
- Carta de um Defunto Rico -Afonso Henriques de Lima Barreto
- Quem Boa Cama Faz… -Machado de Assis
- Uma Praga Rogada nas Escadarias da Fôrca -Camilo Castelo Branco
- Gato Negro -Edgar Allan Poe
- Crônica do Viver Baiano Seiscentista - A Nossa Sé da Bahia -Gregório de Matos
- Anna Karenina -León Nikolaïévitch Tolstoy
- Hoje Avental, amanhã Luva -Machado de Assis
- Hamlet, Prince of Denmark -William Shakespeare
- A Nova Califórnia -Afonso Henriques de Lima Barreto
- Linha Reta e Linha Curva -Machado de Assis
- Lágrimas de Xerxes -Machado de Assis
- As Farpas (Janeiro a Fevereiro 1873) -José Maria Eça de Queirós
- Alma Inquieta -Olavo Bilac
- D. Mônica -Machado de Assis
- Demônios -Aluísio Azevedo
- Poesías -Antonio Machado
- Suje-Se, Gordo! -Machado de Assis
- Abel e Helena -Artur Azevedo
- Dracula -Bram Stoker
- A Viuvinha -José de Alencar
- A Intrusa -Júlia Valentina da Silveira Lopes de Almeida
- ASSOMBRAMENTO -Afonso Arinos
- Seleção de Obras Poéticas -Gregório de Matos
- Os Bruzundangas -Afonso Henriques de Lima Barreto
- Sun Tzu on the Art of War -Sun Tzu
- As Farpas (Junho a Julho 1882) -José Maria Eça de Queirós
- A Marcelina -Artur Azevedo
- Aventuras de Robinson Crusoe -Daniel Defoe
- Segundos Cantos e Sextilhas de Frei Antão -Antônio Gonçalves Dias
- Lendas do Sul -João Simões Lopes Neto
- As Farpas (Junho 1883) -José Maria Eça de Queirós
- O Empréstimo -Machado de Assis
- Cartas Familiares e Bilhetes de Paris -José Maria Eça de Queirós
- Viagens na Minha Terra -João Batista da Silva Leitão de Almeida Garret
- Inocência -Visconde de Taunay
- A Filha de Maria Angu -Artur Azevedo
- A Nota de Cem Mil-Réis -Artur Azevedo
- HOJE SOU UM; E AMANHÃ OUTRO -Qorpo Santo
- Manuscrito de um Sacristão -Machado de Assis
- Otelo -William Shakespeare
- Cantigas de Santa María -Alfonso X, el Sabio
- PANÓPLIAS -Olavo Bilac
- Viver -Machado de Assis
- Sarças de Fogo -Olavo Bilac
- LIVRO DAS DONAS E DONZELAS -Júlia Lopes de Almeida
- Entre Santos -Machado de Assis
- As Farpas (Março a Abril 1873) -José Maria Eça de Queirós
- Comes e Bebes -Artur Azevedo
- A Book -Emily Dickinson
- As Asas de um Anjo (Peça) -José de Alencar
- Auto de Mofina Mendes -Gil Vicente
- A Conquista -Coelho Neto
- Trio em Lá Menor -Machado de Assis
- O Touro Branco -Voltaire
- GRÃOS DE MOSTARDA -Humberto de Campos
- Sermão do Bom Ladrão (1655) -Pe. Antônio Vieira
- Sermão de Santo Antônio -Pe. Antônio Vieira
- De Profundis -Oscar Wilde
- OS RETIRANTES -José do Patrocínio
- Ernesto de Tal -Machado de Assis
- A Partida -Coelho Neto
- O Enfermeiro -Machado de Assis
- Idéias do Canário -Machado de Assis
- Inocência -Visconde de Taunay
- Quem conta em conto… -Machado de Assis
- Cinco minutos -José de Alencar
- A Ilha da Maré -Manuel Botelho de Oliveira
- Sermão I - Maria, Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira
- Seleção de Obras Poéticas II -Gregório de Matos
- História da Província de Santa Cruz, A que Vulgarmente Chamamos Brasil -Pero de Magalhães Gândavo
- Aos Vinte Anos -Aluísio Azevedo
- Alves & Cia. -José Maria Eça de Queirós
- O Bispo Negro -Vania Ribas Ulbricht
- Não Consultes Médico -Machado de Assis
- Primeiros Cantos -Antônio Gonçalves Dias
- Clepsidra -Camilo Pessanha
- Estórias de Jenni -Voltaire
- Farsa ou Auto de Inês Pereira -Gil Vicente
- Miss Dollar -Machado de Assis
- The Necronomicon -Aleister Crowley
- Memorial de Aires -Machado de Assis
- Faróis -João da Cruz e Sousa
- A Vitória e a Piedade -Vania Ribas Ulbricht
- O Touro Negro -Aluísio Azevedo
- Til -José de Alencar
- Um Apólogo -Machado de Assis
- Na Academia Brasileira de Letras -Machado de Assis
- Missal -João da Cruz e Sousa
- Fables -Jean de La Fontaine
- As Farpas (Outubro a Novembro 1873) -José Maria Eça de Queirós
- Singular Ocorrência -Machado de Assis
- A Lover’s Complaint -William Shakespeare
- Thus spake zarathustra -Friedrich Nietzsche
- O Velho Senado -Machado de Assis
- Triunfo da Morte -Francesco Petrarca
- Novos Cantos -Antônio Gonçalves Dias
- Identidade -Machado de Assis
- A Semana Santa -Vania Ribas Ulbricht
- I libri della famiglia -Jason Harris
- O Cemitério dos Vivos -Afonso Henriques de Lima Barreto
- Eu sou a vida; eu não sou a morte -Qorpo Santo
- The Prince -Nicolau Maquiavel (Niccolò Machiavelli)
- O Mandarim -José Maria Eça de Queirós
- Falenas -Machado de Assis
- As Casadas Solteiras -Luís Carlos Martins Pena
- Clara dos Anjos -Afonso Henriques de Lima Barreto
- Ressureição -Machado de Assis
- Madame Bovery -Gustave Flaubert
- O Garimpeiro -Bernardo Guimarães
- A Casinha de Fresco -Artur Azevedo
- Convivio -Dante Alighieri
- Macário -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
- O Japão -Aluísio Azevedo
- Últimos Sonetos -João da Cruz e Sousa
- Goivos e Camélias -Machado de Assis
- O Conde d’Abranhos -José Maria Eça de Queirós
- O Matuto -Franklin Távora
- Histórias e Sonhos -Afonso Henriques de Lima Barreto
- Macário -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
- O Cônego ou Metafísica do Estilo -Machado de Assis
- Conversão de um avaro -Machado de Assis
- Certa Entidade em Busca de Outra -Qorpo Santo
- As Jóias da Coroa -Raul Pompéia
- De Bello Gallico and Other Commentaries -Caius Julius Caesar
- Logica -D. Andres Piquer
- Possível e Impossível -Machado de Assis
- Jogo do Bicho -Machado de Assis
- O Segredo de Augusta -Machado de Assis
- A Princesa dos Cajueiros -Artur Azevedo
- Contrastes e Confrontos -Euclides da Cunha
- Singularidades de uma Rapariga Loura -José Maria Eça de Queirós
- Ex Cathedra -Machado de Assis
- Poesias Completas -Laurindo José da Silva Rabelo
- O Homem -Aluísio Azevedo
- Umas Férias -Machado de Assis
- Poesias Coligidas -Antônio Frederico de Castro Alves
- O Oráculo -Machado de Assis
- Dracula -Bram Stocker
- To be or not to be -Machado de Assis
- Rogério Duprat: sonoridades multiplas -Regiane Gaúna
- O Juiz de Paz da Roça -Luís Carlos Martins Pena
- A Origem do Mênstruo -Bernardo Guimarães
- Os deuses de casaca -Machado de Assis
- Luxo e Vaidade -Joaquim Manuel de Macedo
- Recordações do Escrivão Isaías Caminha -Afonso Henriques de Lima Barreto
- O Segredo do Bonzo -Machado de Assis
- El la Biblio -Ludwik Lejzer Zamenhof
- Crisálidas -Machado de Assis
- Luzia-Homem -Domingos Olímpio Braga Cavalcanti
- O Elixir do Pajé -Bernardo Guimarães
- Suspiros Poéticos e Saudades -Domingos Gonçalves de Magalhães
- Frei Simão -Machado de Assis
- Um Tratado da Cozinha Portuguesa do Século XV -Anônimo
- D. Pedro -Vania Ribas Ulbricht
- Amor por Anexins -Artur Azevedo
- Cuentos de Amor, de Locura y de Muerte -Horacio Quiroga
- El Profeta -Gibran Kalil Gibran
- O Rei dos Caiporas -Machado de Assis
- Folhas Caídas -João Batista da Silva Leitão de Almeida Garret
- O Garatuja -José de Alencar
- Cuentos y Fábulas -Marquês de Sade
- O que são as moças -Machado de Assis
- Flor anônima -Machado de Assis
- O Caçador de Esmeraldas -Olavo Bilac
- Les Miserables -Victor Hugo
- O País das Quimeras -Machado de Assis
- Diálogos das Grandezas do Brasil -Ambrósio Fernandes Brandão
- Edipo Rey -Sófocles
- O Único Assassinato de Cazuza -Afonso Henriques de Lima Barreto
- Aesop’s Fables -Esopo
- Pride and Prejudice -Jane Austen
- As Farpas (Novenbro a Dezenbro 1882) -José Maria Eça de Queirós
- As Asneiras do Guedes -Artur Azevedo
- A Retirada da Laguna -Visconde de Taunay
- O contrato -Machado de Assis
- Banhos de Mar -Artur Azevedo
- Feitos de Mem de Sá -Pe. José de Anchieta
- Werther -Johann Wolfgang von Goethe
- A mulher de Anacleto -Afonso Henriques de Lima Barreto
- Os Irmãos das Almas -Luís Carlos Martins Pena
- O Ateneu -Raul Pompéia
- Galeria Póstuma -Machado de Assis
- Um Capitão de Voluntários -Machado de Assis
- Sermão de Santo Antônio -Pe. Antônio Vieira
- Páginas Críticas e Comemorativas -Machado de Assis
- Sermão do Mandato (1643) -Pe. Antônio Vieira
- Mattos, Malta ou Matta? -Aluísio de Azevedo
- Maria Cora -Machado de Assis
- A Maldita Parentela -Joaquim José da França Júnior
- Poemas Irônicos, Venenosos e Sarcásticos -Alvarez Azevedo
- O Pai -Machado de Assis
- Numa e a Ninfa -Afonso Henriques de Lima Barreto
- Relíquias da Casa Velha -Machado de Assis
- As Cerejas -Artur Azevedo
- História de Quinze Dias -Machado de Assis
- Quem Casa, Quer Casa -Luís Carlos Martins Pena
- O Humor e a Ironia em Bernardo de Guimarães -Bernardo Guimarães
- Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves
- Textos críticos -Machado de Assis
- O Mambembe -Artur Azevedo
- Últimos Sonetos -João da Cruz e Sousa
- Produções Satíricas e Bocageanas de Bernardo de Guimarães -Bernardo Guimarães
- Na Arca -Machado de Assis
- Um Que Vendeu a Sua Alma -Afonso Henriques de Lima Barreto
- O Soldado -Vania Ribas Ulbricht
- Via-Láctea -Olavo Bilac
- Eneida -Publius Virgilius Maro
- O Protocolo -Machado de Assis
- Polêmicas e reflexões -Machado de Assis
- Marginália -Afonso Henriques de Lima Barreto
- Os Ouvidos do Conde de Chesterfield e o Capelão Goudman -Voltaire
- Viagem à roda de mim mesmo -Machado de Assis
- Casamiento Engañoso -Miguel de Cervantes
- O Rio de Janeiro - Verso e Reverso -José de Alencar
- Contos para Velhos -Olavo Bilac
- Poemas -Luís Nicolau Fagundes Varela
- Un Marido Ideal -Oscar Wilde
- Entre duas datas -Machado de Assis
- Assunto para um Conto -Artur Azevedo
- Cartas Chilenas -Tomáz Antônio Gonzaga
- Antônio Rodrigues, soldado, viajante e jesuíta português na América do Sul no século XVI -Antônio Rodrigues
- The Picture of Dorian Gray -Oscar Wilde
- La Vida es Sueño -Pedro Calderón de la Barca
- Encher tempo -Machado de Assis
- A Nova Califórnia -Afonso Henriques de Lima Barreto
- Auto da Índia -Gil Vicente
- O Missionário -Inglês de Souza
- O Livro Derradeiro -João da Cruz e Sousa
- Emma -Jane Austen
- O Noviço -Luís Carlos Martins Pena
- Sermão dos Bons Anos -Pe. Antônio Vieira
- O Lapso -Machado de Assis
- La Celestina -Fernando de Rojas
- Os Pobres -Raul Brandão
- Frankenstein -Mary Shelley
- Tratado da Terra do Brasil: História da Província Santa Cruz a que Vulgarmente Chamamos Brasil -Pero de Magalhães Gândavo
- Sermão da Quinta Dominga da Quaresma -Pe. Antônio Vieira
- Discurso sobre a História da Literatura do Brasil -Visconde de Araguaia
- Os Ciúmes de um Pedestre ou o Terrível Capitão do Mato -Luís Carlos Martins Pena
- LARANJA-DA-CHINA -Alcântara Machado
- Historias de Fantasmas -Charles Dickens
- Três tesouros perdidos -Machado de Assis
- Flores da Noite -Lycurgo José Henrique de Paiva
- Uma Campanha Alegre - Volume I -José Maria Eça de Queirós
- Tentação -Adolfo Ferreira Caminha
- O Livro de Cesario Verde -José Joaquim Cesário Verde
- História do Futuro, Vol. II -Pe. Antônio Vieira
- O Último dia de um poeta -Machado de Assis
- Primas de Sapucaia -Machado de Assis
- O Livro de uma Sogra -Aluísio de Azevedo
- Páginas Recolhidas -Machado de Assis
- A Luta -Carmen Dolores
- O caminho da porta -Machado de Assis
- As Maluquices do Imperador -Paulo Setúbal
- Alves & Cia. -José Maria Eça de Queirós
- Mocidade e Morte -Vania Ribas Ulbricht
- Karl Marx -José Martí
- Os Dois ou o Inglês Maquinista -Luís Carlos Martins Pena
- O Anjo Caído -João Batista da Silva Leitão de Almeida Garret
- Uma águia sem asas -Machado de Assis
- O Subterrâneo do Morro do Castelo -Afonso Henriques de Lima Barreto
- Crime and Punishment -Fiodor Dostoiévsky
- Uma Visita de Alcebíades -Machado de Assis
- Recordações do Escrivão Isaías Caminha -Afonso Henriques de Lima Barreto
- A Viúva do Estanislau -Artur Azevedo
- O Esqueleto -Aluísio Azevedo
- Broquéis -João da Cruz e Sousa
- Beyond Good and Evil -Friedrich Wilhelm Nietzsche
- Alas Rotas -Gibran Kalil Gibran
- Um Apólogo -Machado de Assis
- O Diplomático -Machado de Assis
- Chico -Artur Azevedo
- Vila Rica -Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)
- Dívida Extinta -Machado de Assis
- Girândola de amores -Aluísio de Azevedo
- O imortal -Machado de Assis
- O Cancioneiro Português da Vaticana -Teophilo Braga
- A VIÚVA SIMÕES -Júlia Lopes de Almeida
- The Fall of the House of Usher -Edgar Allen Poe
- A Nova Califórnia -Afonso Henriques de Lima Barreto
- O caminho de Damasco -Machado de Assis
- Antonica da Silva -Joaquim Manuel de Macedo
- A Origem do Mênstruo -Bernardo Guimarães
- Uma carta -Machado de Assis
- Decameron -Giovanni Boccaccio
- Amor e Pátria -Joaquim Manuel de Macedo
- NOVELA E CONTO -Amadeu Amaral
- The Picture of Dorian Gray -Oscar Wilde
- História comum -Machado de Assis
- Ponto de Vista -Machado de Assis
- Poemas de Raul de Leoni -Raul de Leoni
- A Jóia -Artur Azevedo
- Mitología Universal -Anônimo
- A Bad Business -Anton Checkhov
- Tratado da Terra do Brasil -Pero de Magalhães Gândavo
- Catálogo da Exposição Cruz e Sousa, 100 anos de morte (1898-1998) -Fundação Biblioteca Nacional
- Faróis -João da Cruz e Sousa
- Uns Braços -Machado de Assis
- Um cão de lata ao rabo -Machado de Assis
- Verba Testamentária -Machado de Assis
- O Namorador ou a Noite de São João -Luís Carlos Martins Pena
- Um esqueleto -Machado de Assis
- Vidas Paralelas - Tomo I -Plutarco
- O Espírito -Artur Azevedo
- Como o Diabo as Arma! -Artur Azevedo
- Milagre do Natal -Afonso Henriques de Lima Barreto
- O Cabeleira -Franklin Távora
- Uma Lágrima de Mulher -Aluísio Azevedo
- Marginália -Afonso Henriques de Lima Barreto
- O Defeito de Família -Joaquim José da França Júnior
- Enrique IV -William Shakespeare
- Luzia-Homem -Domingos Olímpio Braga Cavalcanti
- A Luneta Mágica -Joaquim Manuel de Macedo
- Agudeza Gascona -Marquês de Sade
- Madame Bovary: moeurs de province -Gustave Flaubert
- As Viagens -Olavo Bilac
- Carne Frita -Gustavo Villas Boas Farias
- Abel e Helena -Artur Azevedo
- A Child’s History of England -Charles Dickens
- Alma Cabocla -Paulo Setúbal
- A Mortalha de Alzira -Aluísio de Azevedo
- As Doutoras -Joaquim José da França Júnior
- O anjo das donzelas -Machado de Assis
- Bom - Crioulo -Adolfo Ferreira Caminha
- Como Gustéis -William Shakespeare
- David Copperfield -Charles Dickens
- Uma Tragédia no Amazonas -Raul Pompéia
- Amor por Anexins -Artur Azevedo
- Pílades e Orestes -Machado de Assis
- Amor com Amor se Paga -França Júnior
- Não consultes Médico -Machado de Assis
- Frankenstein -Mary Shelley
- O Pecado -Afonso Henriques de Lima Barreto
- Utopia -Thomas More
- O astrólogo -Machado de Assis
- Elefantes e Ursos -Artur Azevedo
- Morta que Mata -Artur Azevedo
- VIOLETA -Raul Pompéia
- Crônica do Viver Baiano Seiscentista - O Burgo -Gregório de Matos
- A Marquesa de Santos -Paulo Setúbal
- Vidros quebrados -Machado de Assis
- Du côté de chez Swann -Marcel Proust
- Questão de vaidade -Machado de Assis
- A Morte do Lidador -Vania Ribas Ulbricht
- A Filha Maria de Angu -Artur Azevedo
- Francisca -Machado de Assis
- La Gitanilla -Miguel de Cervantes
- Contos Fora da Moda -Artur Azevedo
- Tropas e boiadas -Hugo de Carvalho Ramos
- Remissão de Pecados -Joaquim Manuel de Macedo
- Bodas de Sangre -Federico Garcia Lorca
- Divina Commedia di Dante: Purgatorio -Dante Alighieri
- São Cristóvão -José Maria Eça de Queirós
- A Intrusa -Júlia Lopes de Almeida
- O caso da Viúva -Machado de Assis
- O cancioneiro portuguez da Vaticana -Teophilo Braga
- Folha rota -Machado de Assis
- Eficiência Militar -Afonso Henriques de Lima Barreto
- Henriqueta Renan -Machado de Assis
- O Passado, passado -Machado de Assis
- A Ilha da Maré -Manuel Botelho de Oliveira
- Pobre Cardeal! -Machado de Assis
- Um Erradio -Machado de Assis
- O Poeta e a Inquisição -Visconde de Araguaia
- A Descent into the Maesltrom -Edgar Allan Poe
- Leonor de Mendonça -Antônio Gonçalves Dias
- Um Homem Célebre -Machado de Assis
- Poemas Malditos -Alvarez Azevedo
- Iaiá Garcia -Machado de Assis
- Patkull -Antônio Gonçalves Dias
- Persuasion -Jane Austen
- All’s Well That Ends Well -William Shakespeare
- Pobre Finoca -Machado de Assis
- Meia Hora de Cinismo -Joaquim José da França Júnior
- The Adventures of Tom Sawyer -Mark Twain
- Medea -Eurípedes
- Camos de Soria -Antonio Machado
- King Lear -William Shakespeare
- Varios Cuentos -Franz Kafka
- Pride and Prejudice -Jane Austen
- Poemas -Alphonsus de Guimarães
- Crônica do Viver Baiano Seiscentista - Os Homens Bons -Gregório de Matos
- El Arte de Amar -Publius Ovidius Naso
- O Tipo Brasileiro -Joaquim José da França Júnior
- El Cuervo -Edgar Allan Poe
- Sermão da Glória de Maria, Mãe de Deus -Pe. Antônio Vieira
- Luís Soares -Machado de Assis
- Grimm’s Fairy Tales -Irmãos Grimm
- História de Quinze Dias -Machado de Assis
- Os Noivos -Artur Azevedo
- Los Hermanos Karamazov -Fyodor Dostoyevsky
- História da Conjuração Mineira -Joaquim Norberto de Souza e Silva
- D. Jucunda -Machado de Assis
- Memórias e Cotidiano do Rio de Janeiro no Tempo do Rei: trechos selecionados das cartas de Luís Joaquim dos Santos Marrocos -Luís Joaquim dos Santos Marrocos
- Tao te King -Lao Tse
- A María el Corazón -Pedro Calderón de la Barca
- O Movimento da Independência, -Oliveira Lima
- Maria Rosa Mística Excelências, Poderes e Maravilha do seu Rosário -Pe. Antônio Vieira
- Um Especialista -Afonso Henriques de Lima Barreto
- Filomena Borges -Aluísio de Azevedo
- The place of Camoens in the literature: address delivered before the students of the Yale University, on the 14th May, 1908 -Joaquim Nabuco
- O Cabeleira -Franklin Távora
- O Elogio da Mentira e outras histórias -Lycio de Faria
- Relíquias da Casa Velha -Machado de Assis
- O Número da Sepultura -Afonso Henriques de Lima Barreto
- Sentimental -Salomão Rovedo
- 1889 Constitution of Japan -Anônimo
- O Juiz de Paz da Roça -Luís Carlos Martins Pena
- O Coruja -Aluísio Azevedo
- João Fernandes -Machado de Assis
- Muitos anos depois -Machado de Assis
- Ruy de Leão -Machado de Assis
- David Copperfield -Charles Dickens
- Naufragios -Alvar Núñez Cabeza de Vaca
- Sermão III - Maria, Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira
- O BAILE DO JUDEU -Inglês de Souza
- Maria Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira
- Oliver Twist -Charles Dickens
- Qual dos dois -Machado de Assis
- As You Like It -William Shakespeare
- Pensamientos y Meditaciones -Gibran Kalil Gibran
- Poema dos Feitos de Mem de Sá -Pe. José de Anchieta
- Onze anos depois -Machado de Assis
- A Tale of Two Cities -Charles Dickens
- Os Bruzundangas -Afonso Henriques de Lima Barreto
- Auto da Feira -Gil Vicente
- Conjugo Vobis -Artur Azevedo
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
1000 livros disponíveis para download
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quinta-feira, outubro 22, 2009
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segunda-feira, 15 de junho de 2009
Doutor Pinho e Dr. Soares Marques no dia 18 de Junho, no Salão Nobre da Câmara de Mangualde
A APENEL (Associação Portuguesa de Estudos Neolatinos) informa que o Presidente da Câmara Municipal de Mangualde, o Director da Imprensa da Universidade de Coimbra, o Presidente da Associação Portuguesa de Estudos Neolatinos (Doutor Sebastião Pinho) e a Coordenadora do Centro de Estudos Clássicos e Humanísticos da Universidade de Coimbra têm o prazer de convidar V. Exª para a apresentação do livro "Opera Omnia I - Paráfrases a Job e à Sabedoria de Salomão", da autoria do humanista D. Jerónimo Osório, com tradução de Guimarães Pinto, a realizar no próximo dia 18 de Junho, pelas 21 horas, no Salão Nobre dos Paços do Concelho da Câmara Municipal de Mangualde.
A apresentação será acompanhada de uma conferência a cargo do tradutor e especialista osoriano sobre "Chãs de Tavares e o percurso humano e literário de D. Jerónimo Osório".
Quem puder fará bem em estar presente, quanto mais não seja para um reencontro com o Doutor Sebastião Pinho (o Presidente da Associação Portuguesa de Estudos Neolatinos) e o Dr. Soares Marques (Presidente da Câmara Municipal de Mangualde).
Divulguem! Até lá!
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segunda-feira, junho 15, 2009
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quinta-feira, 23 de abril de 2009
Extensão da escolaridade obrigatória para 12 anos
O primeiro-ministro anunciou a extensão da escolaridade obrigatória para 12 anos.
Este alargamento faz-me lembrar um programa antigo "Yes Prime Minister" e, tendo em conta a crise actual que se vive, faz-me suspeitar que Sócrates está a copiar o modelo. É que, num dos programas, quando o PM britânico propõe o alargamento do ensino obrigatório, Sir Humphrey Appleby (o seu chefe de gabinete) apoia a medida acrescentando um outro argumento: "ao obrigarmos os jovens a estudar durante mais tempo, adiamos a sua entrada no mercado de trabalho, logo baixamos os índices de desemprego".
Acrescentaria ainda que sempre se pode empregar mais alguns professores que estão no desemprego para fazer baixar o desemprego.
Quando há um ano, em entrevista ao Expresso, a ministra da educação dizia que os 12 anos de escolaridade era uma medida irrealista, sou levado a concluir que esta medida (que, tal como o TGV e outros projectos megalómanos, é um presente envenenado para o próximo governo - pois este não os soube executar durante o seu mandato) se reduz a uma forma de camuflar a crise que vivemos.
Esta medida seria louvável se houvesse uma verdadeira aposta na educação, ou seja, na apreensão do saber.
Porém, ao governo apenas interessa despejar os meninos na escola e mantê-los lá, aprendam ou não. A resposta de Sócrates a Paulo Portas, ontem, denuncia isso mesmo. Se Sócrates estivesse apostado numa verdadeira educação, preocupar-se-ia em que os alunos aprendessem verdadeiramente. O programa Novas Oportunidades (em que uma pessoa pode fazer seis anos num só e candidatar-se à universidade, como aconteceu com uma senhora que tinha o 6º ano e agora frequenta o curso de Turismo, Lazer e Património da Faculdade de Letras de Coimbra) é um sintoma dessa fraude, desejosa de apresentar estatísticas bonitas junto da UE. Mas quando o responsável por esta medida obteve, segundo consta, o diploma de Engenharia num Domingo e fez as provas por correspondência... está tudo dito.
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quinta-feira, abril 23, 2009
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domingo, 29 de março de 2009
Os aldrabões desmascarados mais uma vez...
Os estágios que o Pinóquio prometeu! Tanta PROPAGANDA para 12 (sim DOZE!!!) estágios! É o circo montado! E a Comunicação Social Vendida faz a vontade!
Tudo Desmontado no Nós por Cá:
Viemos aqui para.....................................zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz...
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domingo, março 29, 2009
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sábado, 28 de março de 2009
Faleceu o Doutor Albino
Já só muito tarde tivemos conhecimento do falecimento do Doutor Albino de Almeida Matos, nosso professor de Latim III e de Latim dos Cristãos. Foi sepultado ontem em Resende. Paz à sua alma.
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sábado, março 28, 2009
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quarta-feira, 11 de março de 2009
Depois do Magalhães vem aí o Camões: o novo professor robótico
O segundo Sócrates (o das próximas eleições) está já a preparar uma forma de se livrar dos professores de uma vez para sempre recorrendo ao "Camões made in Portugal" com peças japonesas.
Japoneses querem criar professor robótico
Os Japoneses estão a trabalhar num robô capaz de dar aulas a alunos da escola primária. Trata-se um andróide e dá pelo nome de Saya.
Depois de 15 anos de pesquisa, o Japão está a testar a possibilidade de usar um andróide na sala de aula, em substituição do professor de carne e osso.
O andróide consegue falar em diferentes línguas, distribuir trabalhos e fazer expressões faciais, graças a 18 motores escondidos debaixo da pele de látex.
Inicialmente, este robô tinha sido criado para substituir uma série de trabalhadores, incluindo secretárias, numa tentativa de permitir às empresas cortar custos.
Este é o mais recente exemplo dos robôs que estão a transformar vários aspectos da vida japonesa.
O governo Japonês já disse que quer um robô em cada casa até 2015, e está a investir 35 milhões de dólares (cerca de 30 milhões de euros) em inteligência robótica para esse fim.
Esta vontade tem a ver com o envelhecimento da população japonesa: em sete anos, um em quatro japoneses terá mais de 65 anos, o que significa que a força de trabalho está a diminuir.
O que tem esta notícia a ver com Portugal?
Por cá, Sócrates é confrontado com o abandono em massa de professores. A solução para encontrar mão de obra barata, programada para preencher mais de 10 relatórios por segundo (em formato digital, para não destruir a mancha florestal do País), que está na escola 24 horas por dia, programada para não fazer greves, nem manifestações de rua, programada para obedecer incondicionalmente às ordens da ministra, secretários de estado e afins (directores-gerais, directores regionais, etc., etc.) é este robô, ou seja, contratar a fábrica de uns amigos do PM para produzir este tipo de robôs. O amigo Hugo Chavez encomenda logo 5 milhões de exemplares programados para votarem nele sempre que for necessário e adicionalmente podem dar aulas de Chavística Doutrinária.
A geração seguinte de robôs estará preparada para assumir funções ministeriais, quaisquer que elas sejam, à excepção de uma: a de Primeiro-Ministro. A nossa vida passará a ser ainda mais cinzenta e monótona: deixamos de nos rir com as anedotas do Mário Lino e do Manuel Pinho - passam todas a ser sobre o Sócrates...
NB: o novo robô chama-se Camões não por homenagem à Língua Portuguesa - para isso, chavam-se Margarida Moreira - não, é porque, como o Camões era cego da vista direita e só via pelo olho esquerdo, o robô também vê tudo sob o ponto de vista sinistro, perdão, esquerdo. Desta forma, não trai os ideais do PS que, não se esqueçam, é um partido de esquerda.
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quarta-feira, março 11, 2009
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Estão a assassinar o português... III
O presidente do CDS/PP acusou este sábado a directora regional de Educação do Norte de não saber escrever, tendo em conta um e-mail que ela enviou, acrescentando que é mais um caso a juntar-se aos erros de português do Magalhães.
«Ainda bem que foram denunciados [os erros de português do Magalhães] e só podem ser rapidamente corrigidos mas já se vai tornando prática habitual, eu chamo a vossa atenção para um e-mail da senhora directora regional da Educação (Margarida Moreira), de 17 Fevereiro, recomendo-vos a leitura e digam-me se tem alguma coisa a ver com a língua de Luís de Camões», afirmou Paulo Portas.
«Quando uma directora regional que tem a obrigação de se relacionar com milhares de escolas, que tem a tutela de dezenas de milhares de professores não sabe escrever português, como se pode pedir depois aos jovens que saibam escrever, ler e entender correctamente a língua de Camões», perguntou o líder do CDS/PP.
Paulo Portas referia-se a um e-mail enviado pela directora regional de Educação do Norte, Margarida Moreira, à presidente do conselho executivo agrupamento de escolas Território Educativo de Coura.
No e-mail a que a Lusa teve acesso lê-se:
"...E na salvaguarda primeira das obrigações da escola - cumprir a sua missão de processos de socialização (sic) e de aprendizagem para os alunos (sic), razão central porque definiu as actividades de Carnaval (sic) nos documentos de acção educativa...
...Sendo certo que muitos docentes não se aceitam (sic) o uso dos alunos nesta atitude inaceitável (sic), acompanharemos de muito perto a defesa do bom nome da escola, dos professores, dos alunos e de toda uma população que muito tem orgulhado (sic) o nosso país pela valorização que à escola tem dado (sic)..."
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quarta-feira, março 11, 2009
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Estão a assassinar o português... II
O festival de asneiras do "Magalhães" - Filipe Santos Costa
in Expresso on line
Há frases mal construídas, outras que começam na segunda pessoa do singular e continuam na terceira (tratam o leitor por tu e por você), expressões absurdas e frases que simplesmente não fazem sentido.
Ortografia, sintaxe e gramática - nas instruções dos jogos do computador portátil Magalhães nada resiste às inovações do "magalhanês". Há palavras repetidamente mal escritas, outras inventadas, verbos mal conjugados, vírgulas semeadas onde calha, acentos que aparecem onde não devem e não estão onde deviam.
Há frases mal construídas, outras que começam na segunda pessoa do singular e continuam na terceira (tratam o leitor por tu e por você), expressões absurdas e frases que simplesmente não fazem sentido.
Nalguns casos, as instruções que deviam ajudar a utilizar os jogos complicam de tal maneira que não há quem perceba o que está em causa.
Lê-se e não se acredita. "Neste processador podes escrever o texto que quiseres, gravar-lo e continuar-lo mais tarde", lê-se nas instruções do processador de texto - isso mesmo: "gravar-lo e continuar-lo". "Dirije o guindaste e copía o modelo", explicam as intruções de um puzzle - assim: "dirije" com "j" e "copía" com acento no "i". "Quando acabas-te, carrega no botão OK" - "acabas-te", em vez de "acabaste".
Tudo isto se pode ler nas instruções dos jogos que vêm instalados de origem no computador Magalhães, conforme descobriu o deputado José Paulo Carvalho, depois de navegar na área lúdica do computador.
Ontem, depois de ter sido confrontado pelo Expresso com a existência de mais de 80 erros destes no portátil que já foi distribuído a 200 mil crianças, o Ministério da Educação informou que vai pedir a todas as escolas que retirem esse software dos computadores dos seus alunos. E vai ser solicitado à JP Sá Couto, empresa fabricante do Magalhães, que não inclua esses jogos nos computadores que ainda vai produzir.
Aqui fica uma lista (não exaustiva) das "pérolas" com que o "Magalhães" tem presenteado as nossas crianças.
* "Cada automóvel só pode mover horizontalmente ou verticalmente. Tu deves ganhar espaço para permitir ao carro vermelho de sair pelo portão à direita."
* "O Tux escondeu algumas coisas. Encontra-las na boa ordem."
* "Carrega nos elementos até pensares que encontras-te a boa resposta. (...) Nos níveis mais baixos, o Tux indica-te onde encontras-te uma boa cor marcando o elemento com um ponto preto. Podes utilizar o botão direito do rato para mudar as cores no sentido contrario."
* "Dirije o guindaste e copía o modelo."
* "Abaixo da grua, vai achar quatro setas que te permitem de mexer os elementos."
* "O objectivo do quebra-cabeças é de entrar cifres entre 1 e 9 em cada quadrado da grelha, frequentemente grelhas de 9x9 que contéem grelhas de 3x3 (chamadas 'zonas'), começando com alguns números já metidos (os 'dados'). Cada linha, coluna, e zona só pode ter uma vez um símbolo ou cifre igual." (nota: instruções para o jogo sudoku)
* "Carrega em qualquer elemento que tem uma zona livre ao lado dele. Ele vai ir para ela."
* "Enfia a bola no buraco preto á direita."
* "Com o teclado, escreve o número de pontos que vês nos dados que caêm."
* "O objectivo do jogo é de capturar mais sementes do que o adversário. (...) Se os jogadores se acordam no facto que o jogo está num ciclo sem fim, cada jogador captura as sementes do seu lado."
* "Ao princípio do jogo 4 sementes são metidas em cada casa. O jogadores movem as sementes por vês. A cada torno, um jogador escolhe uma das 6 casas que controla. (...) Se a última semente também fês um total de 2 ou 3 numa casa do adversário, as sementes também são capturadas, e assim de seguida. No entanto, se um movimento permite de capturar todas as sementes do adversário, a captura é anulada (...). Este interdito é ligado a uma ideia mais geral, os jogadores devem sempre permitir ao adversário de continuar a jogar."
* "Aceder ás actividades de descoberta."
* "Pega as imagens na esquerda e mete-las nos pontos vermelhos."
* "Carrega e puxa os elementos para organizar a historia."
(nota: "historia" é repetidamente escrito sem acento)
* "Saber contar básicamente."
* "Move os elementos da esquerda para o bom sitio na tabela de entrada dupla."
* "Puxa e Larga as peças no bom sitio."
(nota: "sitio" nunca é escrito com acento)
* "Com o teclado, escreve o número de pontos que vês nos dados que caêm."
* "Primeiro, organiza bem os elementos para poder contar-los (...)."
* "Carrega no chapéu para o abrires ou fechares. Debaixo do chapéu, quantas estrelas consegues ver a moverem? Conta attentamente. Carrega na zona em baixo à direita para meter a tua resposta."
* "Treina a subtracção com um jogo giro. Saber mover o rato, ler números e subtrair-los até 10 para o primeiro nível."
* "Quando acabas-te, carrega no botão OK ou na tecla Entrada."
* "Conta quantos elementos estão debaixo do chapéu mágico depois que alguns tenham saído."
* "Olha para o mágico, ele indica quantas estrelas estão debaixo do seu chapéu mágico. Depois, carrega no chapéu para o abrir. Algumas estrelas fogem. Carrega outra vês no chapéu para o fechares. Deves contar quantas ainda estão debaixo do chapéu."
* "Lê as instruções que te dão a zona em que está o número a adivinhar. Escreve o número na caixa azul em cima. Tux diz-te se o número é maior ou mais pequeno. Escreve então outro número. A distância entre o Tux e a saída à direita representa quanto longe estás do bom número. Se o Tux estiver acima ou abaixo da saída, quer dizer que o teu número é superior ou inferior ao bom número."
* "Tens a certeza que queres saír?"
* "Aprende a escrever texto num processador. Este processador é especial em que obriga o uso de estilos (...)"
* "Neste processador podes escrever o texto que quiseres, gravar-lo e continuar-lo mais tarde. Podes estilizar o teu texto utilizando os botões à esquerda. Os quatro primeiros permitem a escolha do estilo da linha em que está o cursor. Os 2 outros com múltiplas escolhas permitem de escolher tipos de documentos e temas coloridos pré-definidos."
* "Envia a bola nas redes"
* "É preciso saber manipular e carregar nos botões do rato fácilmente."
* "O objectivo é só de descobrir como se podem criar desenhos bonitos com formas básicas (...)."
* "O objectivo é de fabricar um forma dada com sete peças."
* "Quando o tangram for dito frequentemente ser antigo, sua existência foi somente verificada em 1800."
(nota: explicação do tangram, um quebra-cabeças tradicional chinês)
* "Mexe as peças puxando-las. Carrega o botão direito nelas para as virar. Selecciona uma peça e roda à volta dela para a rodar. Quando a peça pedida estiver feita, o computador vai reconhecer-la (...)."
* "Reproduz na zona vazia a mesma torre que a que está na direita."
* "Reproduzir a torre na direita no espaço vazio na esquerda."
* "Puxa e Larga uma peça por vês, de uma pilha a outra, para reproduzir a torre na direita no espaço vazio na esquerda."
* "Move a pilha inteira para o bico direito, um disco de cada vês."(nota: as quatro últimas frases são as instruções dos jogos "Torres de Hanoi" e Torres de Hanoi simplificadas" - "Hanoi" sem acento no "o")
* "Torno dos brancos"
(nota: a vez de jogar das peças brancas num jogo de xadrez)
* "Joga o joga de estratégia Oware contra o Tux."
Para este jogo é preciso ter cérebro
As instruções de cada jogo no ambiente de trabalho Linux do "Magalhães" estão organizadas em três tipos de informação: "objectivo" (o propósito daquele jogo), "manual" (a forma de jogar - por exemplo, quais as teclas e como fazer cada acção) e "necessário" (os requisitos para poder jogar).
Clicando em "necessário" encontramos indicações tão diversas como "bom controlo do rato", "utilização do teclado", "ler as horas" ou "saber contar". Mas nas instruções do "Jogo de Bolas" ficamos a saber que, para essa actividade, é "necessário: cérebro".
F.S.C.
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quarta-feira, março 11, 2009
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Estão a assassinar o português... I
Magalhães tem tantos erros que "è" difícil "contar-los" - Filipe Santos Costa
O Ministério da Educação incluiu no computador Magalhães jogos educativos cujas instruções em português são um festival de erros. Ortografia, sintaxe, gramática - nada resiste ao 'magalhanês'.
Lê-se e não se acredita. "Neste processador podes escrever o texto que quiseres, gravar-lo e continuar-lo mais tarde", lê-se nas instruções do processador de texto - isso mesmo: "gravar-lo e continuar-lo". "Dirije o guindaste e copía o modelo", explicam as instruções de um puzzle - "dirije" com "j" e "copía" com acento no "i". "Quando acabas-te, carrega no botão OK" - "acabas-te", em vez de "acabaste". Tudo isto se pode ler nas instruções dos jogos que vêm instalados de origem no computador "Magalhães", o orgulho do Governo de Sócrates.
Se tem em casa um "Magalhães", confirme: ao iniciar o computador, escolha o ambiente de trabalho Linux (Caixa Mágica 12 Mag). No menu, vá aos jogos - por ironia, estão no ícone "Aprender". Em cada jogo, leia as instruções (o ícone é um ponto de interrogação). Foi isso que fez esta semana o deputado José Paulo Carvalho - o que descobriu deixou-o perplexo.
Os erros são às dezenas (o Expresso encontrou mais de 80, e a certa altura deixámos de contabilizar erros repetidos) e para todos os gostos. Há gralhas evidentes ("attentamente") e erros imperdoáveis. "Encontra-las" e "encontras-te", em vez de "encontra-as" e "encontraste"; "contar-los" em vez de "contá-los"; "caêm" em vez de "caem"; "contéem" em vez de "contêm"; ou ainda a incrível conjugação do verbo fazer - "fês" em vez de "fez". Num jogo somos instruídos a mover "um disco de cada vês", noutro devemos "carregar outra vês no chapéu" (no "Magalhães", "vez" tem relação com o verbo ver). No xadrez, a vez das peças brancas é o "torno dos brancos".
Ao pé destes casos, é quase pecado venial o desprezo por vírgulas e acentos. Há acentos que faltam ("historia", "sitio", "agua"...), outros estão onde não deviam (sobretudo nos advérbios de modo: "básicamente", "fácilmente"), há acentos graves onde deviam ser agudos ("á direita", "ás actividades").
Numa língua aparentada com o português, encontramos frases como esta: "O objectivo do quebra-cabeças é de entrar cifres entre 1 e 9 em cada quadrado da grelha" (nas instruções do sudoku). Ou esta, na explicação do tangram, um quebra-cabeças chinês: "Quando o tangram for dito frequentemente ser antigo, sua existência foi somente verificada em 1800". E ainda esta pérola: "Carrega em qualquer elemento que tem uma zona livre ao lado dele, ele vai ir para ela."
"Magalhanês"
Este português macarrónico está nos computadores pessoais que já foram entregues a mais de 200 mil crianças do primeiro ciclo (ainda estão 150 mil à espera) e até foram oferecidos por Sócrates aos chefes de Estado e de Governo dos 22 países presentes na última cimeira ibero-americana. A 23 de Setembro, ao entregar os primeiros "Magalhães", Sócrates não escondia o orgulho: "O dever de um Governo é proporcionar uma boa educação. Foi por isso que avançámos com este projecto".
O deputado José Paulo Carvalho denuncia estes "erros grosseiros de ortografia, gramática e sintaxe" num requerimento que entregou ontem na Assembleia da República. No documento, a que o Expresso teve acesso, o ex-parlamentar do CDS (actualmente deputado não inscrito) questiona Maria de Lurdes Rodrigues sobre o que chama o "novo idioma oficioso do Ministério da Educação (ME): o 'magalhanês'".
José Paulo Carvalho deixa muitas questões ao ME. Vão ser substituídos os programas informáticos instalados nos computadores já entregues às crianças? Quando? Como? Quem suportará os custos dessa operação? O Ministério considera que esta situação é da sua responsabilidade? Se não, quem é responsável? "O Ministério da Educação efectuou alguma avaliação dos conteúdos do 'Magalhães', ou limitou-se a distribuí-lo e promovê-lo sem mais? Se fez essa avaliação aos conteúdos, como é possível que erros tão grosseiros e repetidos não tenham sido detectados?" E pede uma auto-avaliação ao ME: de 0 a 20, que nota daria a estes textos?
Especialistas arrasam Ministério da Educação
Os linguistas acham inconcebível o sucedido e denunciam a precipitação e negligência com que o Ministério vem trabalhando
A Sociedade de Língua Portuguesa diz que os erros no Magalhães são "o espelho da desorganização e negligência de um órgão com grandes responsabilidades na educação dos jovens". Ao Expresso, a presidente da direcção, Elsa Rodrigues dos Santos, afirmou que "o tratamento destes textos foi feito por quem não conhece minimamente a língua portuguesa. Incumbia ao Ministério da Educação a tarefa de rever e dar a redacção correcta. Não o fez, colocando-se numa posição inadmissível".
Os comentários dos especialistas às dezenas de erros detectados no computador que é a menina dos olhos do Governo são unânimes. Todos denunciam insuficiências inadmissíveis no domínio da língua portuguesa em sede do próprio Ministério da Educação, tutelado por Maria de Lurdes Rodrigues.
José Mário Costa, director do Ciberdúvidas e autor do programa da RTP 'Cuidado com a Língua!', lamenta que tal possa ter acontecido, mas não estranha: "Só expõe o défice de português que existe nos meios da tradução. Frequentemente, são pessoas que dominam línguas estrangeiras mas têm uma relação espúria com o idioma nacional". E lembra que isso se verifica nas "traduções calamitosas que infestam os produtos audiovisuais, quer nas legendagens para cinema quer nas televisões".
Os erros do Magalhães são tantos que assustam: os pretéritos perfeitos (encontraste) passam a presentes do indicativo em conjugação reflexa (encontras-te), os advérbios de modo aparecem na ultrapassada forma com acento: 'obrigatóriamente'. Mais exemplos podem ser cotejados nesta página no artigo de cima.
Ana Martins, professora de Português e da direcção do Ciberdúvidas, detecta a tradução automática do castelhano, "à qual não se seguiu qualquer tipo de revisão, ou simples leitura por um falante de português, mesmo sem ser especialista, (...) provoca perturbação da aquisição da ortografia e sintaxe, mas também efeitos no agravamento da negligência e condescendência vigentes face à competência ortográfica".
António Loja Neves
Governo manda escolas retirar jogos
Ministério da Educação vai pedir a todas as escolas que retirem dos Magalhães dos alunos o software que contém dezenas de erros ortográficos. E vai ser solicitado à JP Sá Couto, empresa fabricante, que na próxima produção de portáteis não inclua estes jogos, informou ontem Teresa Evaristo, subdirectora da Direcção-Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular (DGIDC), depois de confrontada com os erros.
É à DGIDC, tutelada pelo Ministério da Educação, que compete analisar o software inserido no Magalhães. O que acontece, explica Teresa Evaristo, é que não há capacidade para verificar todos os conteúdos: "Nós analisamos o interesse educativo, se são adequados à idade, programa e currículo. Tivemos a preocupação de ver os menus iniciais deste programa, mas não vimos as instruções (onde estão os erros)".
"Houve coisas que escaparam ao nosso controlo de qualidade, porque, ao contrário da Microsoft, não somos 10 mil, mas apenas dez a trabalhar na Caixa Mágica", justifica, por sua vez, Paulo Trezentos, director técnico desta empresa, encarregado da adaptação para Portugal do sistema operativo Linux em 2000 e actualmente responsável pela integração no Magalhães do software produzido por outros. "Todo o software tem erros. O que decidimos fazer foi melhorar as aplicações disponíveis, nomeadamente através de actualizações que ocorrem sempre que o Magalhães se liga à Internet". É o que vai acontecer também neste caso.
José Sócrates tem-se associado desde o início ao projecto Magalhães, mas, quando confrontado pelo Expresso com os erros de português, o seu gabinete descartou responsabilidades: "O Magalhães é um programa de sucesso fantástico, ganha prémios e é um caso exemplar em termos mundiais, por isso o primeiro-ministro se associou a ele. Agora, questões concretas sobre conteúdos e eventuais deficiências, isso é com o Ministério da Educação e o das Obras Públicas", disse Luís Bernardo, do gabinete de imprensa. Educação e Obras Públicas são os dois ministérios que coordenam o projecto e-escolinhas.
Tradutor tem a quarta classe
O tradutor da versão portuguesa do software tem quase as mesmas habilitações que as crianças que utilizam o Magalhães: José Jorge tem a 4ª classe e vive em França desde os 10 anos. "O problema da tradução é que nenhum português de Portugal se dedicou a ela", lamenta o emigrante. José Jorge diz que "ninguém até hoje" reviu a versão que ele criou. O software educativo da GCompris está disponível na net e pode ser actualizado por qualquer cibernauta.
Isabel Leiria, Joana Pereira Bastos e F.S.C.
Texto publicado na edição do Expresso de 7 de Março de 2009
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quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
Santo Natal
Votos de um Santo Natal para todos vós e vossos familiares!
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segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Soneto à maneira de Camões
Aqui vos deixo um soneto que me foi enviado pela Paula.
Vá lá, meninos, aceitem os convites que vos enviamos, registem-se e participem também: insiram os vossos próprios "posts" ou contributos (Nota de A. Rebelo)
Tão mesquinha e tão vil, tu que pariste
As normas do estatuto do docente,
Não tens nada de humano, não és gente,
Nada mais que injustiças produziste.
Se lá nesse poleiro aonde subiste
O estado do ensino tens presente,
Repara como és incompetente,
Como a classe docente destruíste.
Se pensas que esta gente está domada,
Te aceita a ti, ao Valter e ao Pedreira,
Estás perfeitamente equivocada:
Em breve encontraremos a maneira
De vos correr p'ra longe à cacetada,
Limpando a educação de tanta asneira!
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segunda-feira, dezembro 01, 2008
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