quinta-feira, 24 de Dezembro de 2009

DIA DE NATAL



DIA DE NATAL

Hoje é dia de ser bom.
É dia de passar a mão pelo rosto das crianças,
de falar e de ouvir com mavioso tom,
de abraçar toda a gente e de oferecer lembranças.
É dia de pensar nos outros – coitadinhos – nos que padecem,
de lhes darmos coragem para poderem continuar a aceitar a sua miséria,
de perdoar aos nossos inimigos, mesmo aos que não merecem,
de meditar sobre a nossa existência, tão efémera e tão séria.


Comove tanta fraternidade universal.
É só abrir o rádio e logo um coro de anjos,
como se de anjos fosse,
numa toada doce,
de violas e banjos,
entoa gravemente um hino ao Criador.
E mal se extinguem os clamores plangentes,
a voz do locutor
anuncia o melhor dos detergentes.

De novo a melopeia inunda a Terra e o Céu
e as vozes crescem num fervor patético.
(Vossa excelência verificou a hora exacta em que o Menino Jesus nasceu?)
Não seja estúpido! Compre imediatamente um relógio de pulso antimagnético.)
Torna-se difícil caminhar nas preciosas ruas.
Toda a gente acotovela, se multiplica em gestos esfuziante,
Todos participam nas alegrias dos outros como se fossem suas
e fazem adeuses enluvados aos bons amigos que passam mais distante.


Nas lojas, na luxúria das montras e dos escaparates,
com subtis requintes de bom gosto e de engenhosa dinâmica,
cintilam, sob o intenso fluxo de milhares de quilovates,
as belas coisas inúteis de plástico, de metal, de vidro e de cerâmica.


Os olhos acorrem, num alvoroço liquefeito,
ao chamamento voluptuoso dos brilhos e das cores.
E como se tudo aquilo nos dissesse directamente respeito,
como se o Céu olhasse para nós e nos cobrisse de bênçãos e favores.

A oratória de Bach embruxa a atmosfera do arruamento.
Adivinha-se uma roupagem diáfana a desembrulhar-se no ar.
E a gente, mesmo sem querer, entra no estabelecimento
e compra – louvado seja o Senhor! – o que nunca tinha pensado comprar.


Mas a maior felicidade é a da gente pequena.
Naquela véspera santa
a sua comoção é tanta, tanta, tanta,
que nem dorme serena.
Cada menino abre um olhinho
na noite incerta
para ver se a aurora já está desperta.
De manhãzinha
salta da cama,
corre à cozinha em pijama.


Ah!!!!!!!


Na branda macieza
da matutina luz
aguarda-o a surpresa
do Menino Jesus.


Jesus,
o doce Jesus,
o mesmo que nasceu na manjedoura,
veio pôr no sapatinho
do Pedrinho
uma metralhadora.


Que alegria
reinou naquela casa em todo o santo dia!
O Pedrinho, estrategicamente escondido atrás das portas,
fuzilava tudo com devastadoras rajadas
e obrigava as criadas
a caírem no chão como se fossem mortas:
tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá.
Já está!
E fazia-as erguer para de novo matá-las.
E até mesmo a mamã e o sisudo papá
fingiam
que caíam
crivados de balas.


Dia de Confraternização Universal,
dia de Amor, de Paz, de Felicidade,
de Sonhos e Venturas.
É dia de Natal.
Paz na Terra aos Homens de Boa Vontade.
Glória a Deus nas Alturas.


António Gedeão

domingo, 6 de Dezembro de 2009

Fotos do Jantar de 28-11-2009

Aqui estão, finalmente, as fotografias do último jantar. Se alguém tiver mais fotos que queira disponibilizar no blogue, façam-no-las chegar.





























































































sexta-feira, 4 de Dezembro de 2009

Dr. Cerejeira em apuros...

video

Finalmente: Jantar de 22-11-2008

Jantar de 22-11-2008
Finalmente as fotos!!!
A chegada




Reencontros




O Jantar










A sobremesa



Os de Aveiro gostam muito de bajular os políticos...




O discurso...


com direito a guarda-costas...


...ou será o emplastro?...


Os de Aveiro gostam muito de bajular professores...


Aquele abraço!(!!!)...



"Ó pá, safem-me desta!..."


A despedida é sempre um melão ... , perdão ... uma abóbora...


A foto de grupo com um penetra...



A foto de grupo com cheirinho a álcool...

quinta-feira, 22 de Outubro de 2009

Almoço de 2009 (ATENÇÃO: é almoço e não jantar): dia 28/11

ALMOÇO - Finalistas U.C.P/1987
28 de Novembro/09


Quinta da Magarenha
Hora: 12.30h

Localização: Caçador - Nó 18 IP5 - Viseu
Telefone: 232479106


EMENTA
(2 pratos: peixe e carne)

ENTRADAS: Pão, azeitonas, rissóis, croquetes, presunto, manteiga, chouriça na brasa, morcela frita, salada de polvo.

SOPA: Sopa de legumes


PEIXE: Arroz de polvo com gambas
e
CARNE: Bifinhos com cogumelos


SOBREMESA: Doce e fruta


BEBIDAS

Vinho tinto
Vinho branco
Águas e refrigerantes
Café

Total: 20,00 €


NB - Confirmar até ao dia 15 de Novembro

1000 livros disponíveis para download


  1. A Divina Comédia -Dante Alighieri
  2. A Comédia dos Erros -William Shakespeare
  3. Poemas de Fernando Pessoa -Fernando Pessoa
  4. Dom Casmurro -Machado de Assis
  5. Cancioneiro -Fernando Pessoa
  6. Romeu e Julieta -William Shakespeare
  7. A Cartomante -Machado de Assis
  8. Mensagem -Fernando Pessoa
  9. A Carteira -Machado de Assis
  10. A Megera Domada -William Shakespeare
  11. A Tragédia de Hamlet, Príncipe da Dinamarca -William Shakespeare
  12. Sonho de Uma Noite de Verão -William Shakespeare
  13. O Eu profundo e os outros Eus. -Fernando Pessoa
  14. Dom Casmurro -Machado de Assis
  15. Do Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
  16. Poesias Inéditas -Fernando Pessoa
  17. Tudo Bem Quando Termina Bem -William Shakespeare
  18. A Carta -Pero Vaz de Caminha
  19. A Igreja do Diabo -Machado de Assis
  20. Macbeth -William Shakespeare
  21. Este mundo da injustiça globalizada -José Saramago
  22. A Tempestade -William Shakespeare
  23. O pastor amoroso -Fernando Pessoa
  24. A Cidade e as Serras -José Maria Eça de Queirós
  25. Livro do Desassossego -Fernando Pessoa
  26. A Carta de Pero Vaz de Caminha -Pero Vaz de Caminha
  27. O Guardador de Rebanhos -Fernando Pessoa
  28. O Mercador de Veneza -William Shakespeare
  29. A Esfinge sem Segredo -Oscar Wilde
  30. Trabalhos de Amor Perdidos -William Shakespeare
  31. Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
  32. A Mão e a Luva -Machado de Assis
  33. Arte Poética -Aristóteles
  34. Conto de Inverno -William Shakespeare
  35. Otelo, O Mouro de Veneza -William Shakespeare
  36. Antônio e Cleópatra -William Shakespeare
  37. Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
  38. A Metamorfose -Franz Kafka
  39. A Cartomante -Machado de Assis
  40. Rei Lear -William Shakespeare
  41. A Causa Secreta -Machado de Assis
  42. Poemas Traduzidos -Fernando Pessoa
  43. Muito Barulho Por Nada -William Shakespeare
  44. Júlio César -William Shakespeare
  45. Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
  46. Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
  47. Cancioneiro -Fernando Pessoa
  48. Catálogo de Autores Brasileiros com a Obra em Domínio Público -Fundação Biblioteca Nacional
  49. A Ela -Machado de Assis
  50. O Banqueiro Anarquista -Fernando Pessoa
  51. Dom Casmurro -Machado de Assis
  52. A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
  53. Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
  54. Adão e Eva -Machado de Assis
  55. A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo
  56. A Chinela Turca -Machado de Assis
  57. As Alegres Senhoras de Windsor -William Shakespeare
  58. Poemas Selecionados -Florbela Espanca
  59. As Vítimas-Algozes -Joaquim Manuel de Macedo
  60. Iracema -José de Alencar
  61. A Mão e a Luva -Machado de Assis
  62. Ricardo III -William Shakespeare
  63. O Alienista -Machado de Assis
  64. Poemas Inconjuntos -Fernando Pessoa
  65. A Volta ao Mundo em 80 Dias -Júlio Verne
  66. A Carteira -Machado de Assis
  67. Primeiro Fausto -Fernando Pessoa
  68. Senhora -José de Alencar
  69. A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães
  70. Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
  71. A Mensageira das Violetas -Florbela Espanca
  72. Sonetos -Luís Vaz de Camões
  73. Eu e Outras Poesias -Augusto dos Anjos
  74. Fausto -Johann Wolfgang von Goethe
  75. Iracema -José de Alencar
  76. Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
  77. Os Maias -José Maria Eça de Queirós
  78. O Guarani -José de Alencar
  79. A Mulher de Preto -Machado de Assis
  80. A Desobediência Civil -Henry David Thoreau
  81. A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
  82. A Pianista -Machado de Assis
  83. Poemas em Inglês -Fernando Pessoa
  84. A Igreja do Diabo -Machado de Assis
  85. A Herança -Machado de Assis
  86. A chave -Machado de Assis
  87. Eu -Augusto dos Anjos
  88. As Primaveras -Casimiro de Abreu
  89. A Desejada das Gentes -Machado de Assis
  90. Poemas de Ricardo Reis -Fernando Pessoa
  91. Quincas Borba -Machado de Assis
  92. A Segunda Vida -Machado de Assis
  93. Os Sertões -Euclides da Cunha
  94. Poemas de Álvaro de Campos -Fernando Pessoa
  95. O Alienista -Machado de Assis
  96. Don Quixote. Vol. 1 -Miguel de Cervantes Saavedra
  97. Medida Por Medida -William Shakespeare
  98. Os Dois Cavalheiros de Verona -William Shakespeare
  99. A Alma do Lázaro -José de Alencar
  100. A Vida Eterna -Machado de Assis
  101. A Causa Secreta -Machado de Assis
  102. 14 de Julho na Roça -Raul Pompéia
  103. Divina Comedia -Dante Alighieri
  104. O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
  105. Coriolano -William Shakespeare
  106. Astúcias de Marido -Machado de Assis
  107. Senhora -José de Alencar
  108. Auto da Barca do Inferno -Gil Vicente
  109. Noite na Taverna -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
  110. Memórias Póstumas de Brás Cubas -Machado de Assis
  111. A “Não-me-toques”! -Artur Azevedo
  112. Os Maias -José Maria Eça de Queirós
  113. Obras Seletas -Rui Barbosa
  114. A Mão e a Luva -Machado de Assis
  115. Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
  116. Aurora sem Dia -Machado de Assis
  117. Édipo-Rei -Sófocles
  118. O Abolicionismo -Joaquim Nabuco
  119. Pai Contra Mãe -Machado de Assis
  120. O Cortiço -Aluísio de Azevedo
  121. Tito Andrônico -William Shakespeare
  122. Adão e Eva -Machado de Assis
  123. Os Sertões -Euclides da Cunha
  124. Esaú e Jacó -Machado de Assis
  125. Don Quixote -Miguel de Cervantes
  126. Camões -Joaquim Nabuco
  127. Antes que Cases -Machado de Assis
  128. A melhor das noivas -Machado de Assis
  129. Livro de Mágoas -Florbela Espanca
  130. O Cortiço -Aluísio de Azevedo
  131. A Relíquia -José Maria Eça de Queirós
  132. Helena -Machado de Assis
  133. Contos -José Maria Eça de Queirós
  134. A Sereníssima República -Machado de Assis
  135. Iliada -Homero
  136. Amor de Perdição -Camilo Castelo Branco
  137. A Brasileira de Prazins -Camilo Castelo Branco
  138. Os Lusíadas -Luís Vaz de Camões
  139. Sonetos e Outros Poemas -Manuel Maria de Barbosa du Bocage
  140. Ficções do interlúdio: para além do outro oceano de Coelho Pacheco. -Fernando Pessoa
  141. Anedota Pecuniária -Machado de Assis
  142. A Carne -Júlio Ribeiro
  143. O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
  144. Don Quijote -Miguel de Cervantes
  145. A Volta ao Mundo em Oitenta Dias -Júlio Verne
  146. A Semana -Machado de Assis
  147. A viúva Sobral -Machado de Assis
  148. A Princesa de Babilônia -Voltaire
  149. O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
  150. Catálogo de Publicações da Biblioteca Nacional -Fundação Biblioteca Nacional
  151. Papéis Avulsos -Machado de Assis
  152. Eterna Mágoa -Augusto dos Anjos
  153. Cartas D’Amor -José Maria Eça de Queirós
  154. O Crime do Padre Amaro -José Maria Eça de Queirós
  155. Anedota do Cabriolet -Machado de Assis
  156. Canção do Exílio -Antônio Gonçalves Dias
  157. A Desejada das Gentes -Machado de Assis
  158. A Dama das Camélias -Alexandre Dumas Filho
  159. Don Quixote. Vol. 2 -Miguel de Cervantes Saavedra
  160. Almas Agradecidas -Machado de Assis
  161. Cartas D’Amor - O Efêmero Feminino -José Maria Eça de Queirós
  162. Contos Fluminenses -Machado de Assis
  163. Odisséia -Homero
  164. Quincas Borba -Machado de Assis
  165. A Mulher de Preto -Machado de Assis
  166. Balas de Estalo -Machado de Assis
  167. A Senhora do Galvão -Machado de Assis
  168. O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
  169. A Inglezinha Barcelos -Machado de Assis
  170. Capítulos de História Colonial (1500-1800) -João Capistrano de Abreu
  171. CHARNECA EM FLOR -Florbela Espanca
  172. Cinco Minutos -José de Alencar
  173. Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida
  174. Lucíola -José de Alencar
  175. A Parasita Azul -Machado de Assis
  176. A Viuvinha -José de Alencar
  177. Utopia -Thomas Morus
  178. Missa do Galo -Machado de Assis
  179. Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves
  180. História da Literatura Brasileira: Fatores da Literatura Brasileira -Sílvio Romero
  181. Hamlet -William Shakespeare
  182. A Ama-Seca -Artur Azevedo
  183. O Espelho -Machado de Assis
  184. Helena -Machado de Assis
  185. As Academias de Sião -Machado de Assis
  186. A Carne -Júlio Ribeiro
  187. A Ilustre Casa de Ramires -José Maria Eça de Queirós
  188. Como e Por Que Sou Romancista -José de Alencar
  189. Antes da Missa -Machado de Assis
  190. A Alma Encantadora das Ruas -João do Rio
  191. A Carta -Pero Vaz de Caminha
  192. LIVRO DE SÓROR SAUDADE -Florbela Espanca
  193. A mulher Pálida -Machado de Assis
  194. Americanas -Machado de Assis
  195. Cândido -Voltaire
  196. Viagens de Gulliver -Jonathan Swift
  197. El Arte de la Guerra -Sun Tzu
  198. Conto de Escola -Machado de Assis
  199. Redondilhas -Luís Vaz de Camões
  200. Iluminuras -Arthur Rimbaud
  201. Schopenhauer -Thomas Mann
  202. Carolina -Casimiro de Abreu
  203. A esfinge sem segredo -Oscar Wilde
  204. Carta de Pero Vaz de Caminha. -Pero Vaz de Caminha
  205. Memorial de Aires -Machado de Assis
  206. Triste Fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto
  207. A última receita -Machado de Assis
  208. 7 Canções -Salomão Rovedo
  209. Antologia -Antero de Quental
  210. O Alienista -Machado de Assis
  211. Outras Poesias -Augusto dos Anjos
  212. Alma Inquieta -Olavo Bilac
  213. A Dança dos Ossos -Bernardo Guimarães
  214. A Semana -Machado de Assis
  215. Diário Íntimo -Afonso Henriques de Lima Barreto
  216. A Casadinha de Fresco -Artur Azevedo
  217. Esaú e Jacó -Machado de Assis
  218. Canções e Elegias -Luís Vaz de Camões
  219. História da Literatura Brasileira -José Veríssimo Dias de Matos
  220. A mágoa do Infeliz Cosme -Machado de Assis
  221. Seleção de Obras Poéticas -Gregório de Matos
  222. Contos de Lima Barreto -Afonso Henriques de Lima Barreto
  223. Farsa de Inês Pereira -Gil Vicente
  224. A Condessa Vésper -Aluísio de Azevedo
  225. Confissões de uma Viúva -Machado de Assis
  226. As Bodas de Luís Duarte -Machado de Assis
  227. O LIVRO D’ELE -Florbela Espanca
  228. O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
  229. A Moreninha -Joaquim Manuel de Macedo
  230. Lira dos Vinte Anos -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
  231. A Orgia dos Duendes -Bernardo Guimarães
  232. Kamasutra -Mallanâga Vâtsyâyana
  233. Triste Fim de Policarpo Quaresma -Afonso Henriques de Lima Barreto
  234. A Bela Madame Vargas -João do Rio
  235. Uma Estação no Inferno -Arthur Rimbaud
  236. Cinco Mulheres -Machado de Assis
  237. A Confissão de Lúcio -Mário de Sá-Carneiro
  238. O Cortiço -Aluísio Azevedo
  239. RELIQUIAE -Florbela Espanca
  240. Minha formação -Joaquim Nabuco
  241. A Conselho do Marido -Artur Azevedo
  242. Auto da Alma -Gil Vicente
  243. 345 -Artur Azevedo
  244. O Dicionário -Machado de Assis
  245. Contos Gauchescos -João Simões Lopes Neto
  246. A idéia do Ezequiel Maia -Machado de Assis
  247. AMOR COM AMOR SE PAGA -França Júnior
  248. Cinco minutos -José de Alencar
  249. Lucíola -José de Alencar
  250. Aos Vinte Anos -Aluísio de Azevedo
  251. A Poesia Interminável -João da Cruz e Sousa
  252. A Alegria da Revolução -Ken Knab
  253. O Ateneu -Raul Pompéia
  254. O Homem que Sabia Javanês e Outros Contos -Afonso Henriques de Lima Barreto
  255. Ayres e Vergueiro -Machado de Assis
  256. A Campanha Abolicionista -José Carlos do Patrocínio
  257. Noite de Almirante -Machado de Assis
  258. O Sertanejo -José de Alencar
  259. A Conquista -Coelho Neto
  260. Casa Velha -Machado de Assis
  261. O Enfermeiro -Machado de Assis
  262. O Livro de Cesário Verde -José Joaquim Cesário Verde
  263. Casa de Pensão -Aluísio de Azevedo
  264. A Luneta Mágica -Joaquim Manuel de Macedo
  265. Poemas -Safo
  266. A Viuvinha -José de Alencar
  267. Coisas que Só Eu Sei -Camilo Castelo Branco
  268. Contos para Velhos -Olavo Bilac
  269. Ulysses -James Joyce
  270. 13 Oktobro 1582 -Luiz Ferreira Portella Filho
  271. Cícero -Plutarco
  272. Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves
  273. Confissões de uma Viúva Moça -Machado de Assis
  274. As Religiões no Rio -João do Rio
  275. Várias Histórias -Machado de Assis
  276. A Arrábida -Vania Ribas Ulbricht
  277. Bons Dias -Machado de Assis
  278. O Elixir da Longa Vida -Honoré de Balzac
  279. A Capital Federal -Artur Azevedo
  280. A Escrava Isaura -Bernardo Guimarães
  281. As Forças Caudinas -Machado de Assis
  282. Coração, Cabeça e Estômago -Camilo Castelo Branco
  283. Balas de Estalo -Machado de Assis
  284. AS VIAGENS -Olavo Bilac
  285. Antigonas -Sofócles
  286. A Dívida -Artur Azevedo
  287. Sermão da Sexagésima -Pe. Antônio Vieira
  288. Uns Braços -Machado de Assis
  289. Ubirajara -José de Alencar
  290. Poética -Aristóteles
  291. Bom Crioulo -Adolfo Ferreira Caminha
  292. A Cruz Mutilada -Vania Ribas Ulbricht
  293. Antes da Rocha Tapéia -Machado de Assis
  294. Poemas Irônicos, Venenosos e Sarcásticos -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
  295. Histórias da Meia-Noite -Machado de Assis
  296. Via-Láctea -Olavo Bilac
  297. O Mulato -Aluísio de Azevedo
  298. O Primo Basílio -José Maria Eça de Queirós
  299. Os Escravos -Antônio Frederico de Castro Alves
  300. A Pata da Gazela -José de Alencar
  301. BRÁS, BEXIGA E BARRA FUNDA -Alcântara Machado
  302. Vozes d’África -Antônio Frederico de Castro Alves
  303. Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida
  304. O que é o Casamento? -José de Alencar
  305. A Harpa do Crente -Vania Ribas Ulbricht
  306. A Casa Fechada -Roberto Gomes Ribeiro
  307. As Asas de um Anjo (Comédia) -José de Alencar
  308. Béatrix -Honoré de Balzac
  309. Diva -José de Alencar
  310. A Melhor Amiga -Artur Azevedo
  311. A Confissão de Lúcio -Mário de Sá-Carneiro
  312. CONTOS AVULSOS -Alcântara Machado
  313. Poemas Humorísticos e Irônicos -João da Cruz e Sousa
  314. Cantiga de Esponsais -Machado de Assis
  315. Quincas Borba -Machado de Assis
  316. Brincar com fogo -Machado de Assis
  317. Helena -Machado de Assis
  318. Dentro da noite -João do Rio
  319. O Livro da Lei -Aleister Crowley
  320. Caramuru: poema épico do descobrimento da Bahia -José de Santa Rita Durão
  321. Conto de Escola -Machado de Assis
  322. Memórias de um Sargento de Milícias -Manuel Antônio de Almeida
  323. Poemas Malditos -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
  324. Ao Entardecer (contos vários) -Visconde de Taunay
  325. Felicidade pelo Casamento -Machado de Assis
  326. Noite na Taverna -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
  327. Cartas Chilenas -Tomáz Antônio Gonzaga
  328. O Mulato -Aluísio de Azevedo
  329. Farsa do Velho da Horta -Gil Vicente
  330. Amor com Amor se Paga -Joaquim José da França Júnior
  331. Andar a Pé -David Henry Thoreau
  332. Arras por Foro de Espanha (1371-1372) -Vania Ribas Ulbricht
  333. 20,000 Leagues Under the Sea -Jules Verne
  334. Mãe -José de Alencar
  335. Contos Fluminenses -Machado de Assis
  336. Amedeide : poema eroico -Gabriello Chiabrera
  337. Caso da Vara -Machado de Assis
  338. Poemas -Alphonsus de Guimarães
  339. O Mundo como Está -Voltaire
  340. Elogio da vaidade -Machado de Assis
  341. Decadência de dois grandes homens -Machado de Assis
  342. Um Homem Célebre -Machado de Assis
  343. A Marquesa de Santos -Paulo Setúbal
  344. Memorial de Aires -Machado de Assis
  345. As Pupilas do Senhor Reitor -Júlio Dinis
  346. Conto Alexandrino -Machado de Assis
  347. A Almanjarra -Artur Azevedo
  348. Poesias dispersas -Machado de Assis
  349. Ser Infeliz -Franz Kafka
  350. Teoria do Medalhão -Machado de Assis
  351. Lendas e Narrativas (Tomo I) -Vania Ribas Ulbricht
  352. Viver! -Machado de Assis
  353. Sonetos -Luís Vaz de Camões
  354. A Normalista -Adolfo Ferreira Caminha
  355. Crônicas -Afonso Henriques de Lima Barreto
  356. O Velho da Horta -Gil Vicente
  357. Divina Commedia di Dante -Dante Alighieri
  358. Carolina -Casimiro de Abreu
  359. Auto da Índia -Gil Vicente
  360. A Melhor Vingança -Artur Azevedo
  361. O Ingênuo -Voltaire
  362. A Pata da Gazela -José de Alencar
  363. O Demônio Familiar -José de Alencar
  364. Iaiá Garcia -Machado de Assis
  365. Camões -Joaquim Nabuco
  366. Cultura e Opulência do Brasil por suas Drogas e Minas -Pe. André João Antonil
  367. O Mistério da Estrada de Sintra -José Maria Eça de Queirós
  368. Filosofia de um par de botas -Machado de Assis
  369. O Gaúcho -José de Alencar
  370. Discurso Sobre a História da Literatura do Brasil-Manifesto Publicado na Revista Nictheroy em 1836 -Machado de Assis
  371. Histórias e Tradições da Província de Minas Gerais -Bernardo Guimarães
  372. Tu, só tu, puro amor -Machado de Assis
  373. Vida Urbana -Afonso Henriques de Lima Barreto
  374. Caramuru -José de Santa Rita Durão
  375. As Cartas de Amabed -Voltaire
  376. Papéis Avulsos -Machado de Assis
  377. À Margem da História -Euclides da Cunha
  378. Uma Lágrima de Mulher -Aluísio de Azevedo
  379. Clara dos Anjos -Afonso Henriques de Lima Barreto
  380. Aforismi, novelle e profezie -Leonardo da Vinci
  381. Crisálidas -Machado de Assis
  382. Críticas Teatrais -Machado de Assis
  383. Mariana -Machado de Assis
  384. The Mysterious Affair at Styles -Agatha Christie
  385. As Farpas (Fevereiro a Maio 1878) -José Maria Eça de Queirós
  386. Correspondência de Machado de Assis -Machado de Assis
  387. O Mandarim -José Maria Eça de Queirós
  388. Cantigas de Santa Maria -I -Alfonso X, el Sabio
  389. O Moço Loiro -Joaquim Manuel de Macedo
  390. Em busca dos contos perdidos -Mariza B. T. Mendes
  391. Vênus! divina vênus! -Machado de Assis
  392. O Ateneu -Raul Pompéia
  393. Eterno! -Machado de Assis
  394. Poesias Coligidas -Antônio Frederico de Castro Alves
  395. Encarnação -José de Alencar
  396. Algunos Poemas a Lesbia -Caio Valério Catulo
  397. Capítulo dos Chapéus -Machado de Assis
  398. O Caçador de Esmeraldas -Olavo Bilac
  399. A Luneta Mágica -Joaquim Manuel de Macedo
  400. O SEMINARISTA -Bernado Guimarães
  401. Ao Correr da Pena -José de Alencar
  402. A Retirada da Laguna -Visconde de Taunay
  403. Noite na Taverna -Alvarez Azevedo
  404. Deus -Vania Ribas Ulbricht
  405. Quinhentos Contos -Machado de Assis
  406. Carmina -Caio Valério Catulo
  407. Os Sertões -Euclides da Cunha
  408. Diva -José de Alencar
  409. Histórias e Sonhos -Afonso Henriques de Lima Barreto
  410. O corpo feminino em debate -Maria Izilda Santos de Matos
  411. Madame Bovary -Gustave Flaubert
  412. Fernando e Fernanda -Machado de Assis
  413. Zadig ou o Destino -Voltaire
  414. Máximas, Pensamentos e Reflexões -Marquês de Maricá
  415. Momento literário -João do Rio
  416. Poemas -Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)
  417. Poesias Colegiais -Antônio Frederico de Castro Alves
  418. História do Futuro, Vol. I -Pe. Antônio Vieira
  419. A Margem -José Leon Machado
  420. ASTÚCIAS de NAMORADA -M. Pinheiro Chagas
  421. Desencantos -Machado de Assis
  422. O Mulato -Aluísio Azevedo
  423. Metafísica das Rosas -Machado de Assis
  424. Tarde -Olavo Bilac
  425. O Uraguai -José Basílio da Gama
  426. A Doença do Fabrício -Artur Azevedo
  427. Lendas do Sul -João Simões Lopes Neto
  428. Cartas de Inglaterra -José Maria Eça de Queirós
  429. As Farpas (Janeiro 1878) -José Maria Eça de Queirós
  430. A Aprender en las Haciendas -José Martí
  431. D. Benedita -Machado de Assis
  432. A relíquia -José Maria Eça de Queirós
  433. Pareceres de Machado de Assis -Machado de Assis
  434. Contrastes e Confrontos -Euclides da Cunha
  435. A Carta de Mestre João Faras -Mestre João Faras
  436. O BRASIL ANEDÓTICO -Humberto de Campos
  437. Evolução -Machado de Assis
  438. A Moça mais Bonita do Rio de Janeiro -Artur Azevedo
  439. Ondas e Outros Poemas Esparsos -Euclides da Cunha
  440. Clara dos Anjos -Afonso Henriques de Lima Barreto
  441. The Secret Adversary -Agatha Christie
  442. O DIALETO CAIPIRA -Amadeu Amaral
  443. The Pearl Box -A Pastor
  444. Eurico, o Presbítero -Vania Ribas Ulbricht
  445. O Anel de Polícrates -Machado de Assis
  446. O Juiz de Paz da Roça -Luís Carlos Martins Pena
  447. A Pata da Gazela -José de Alencar
  448. Minha formação -Joaquim Nabuco
  449. A Normalista -Adolfo Ferreira Caminha
  450. Gargantua and Pantagruel, Complete. -Francois Rabelais
  451. As Pupilas do Senhor Reitor -Júlio Dinis
  452. A Dog’s Tale -Mark Twain
  453. Uma Senhora -Machado de Assis
  454. 10,000 Dreams Interpreted -Gustavus Hindman Miller
  455. Don Quixote -Miguel de Cervantes Saavedra
  456. Singularidades de uma Rapariga Loura -José Maria Eça de Queirós
  457. Las 7 Partidas -Alfonso X, el Sabio
  458. O Seminarista -Bernardo Guimarães
  459. A Tempestade -Vania Ribas Ulbricht
  460. As Casadas Solteiras -Luís Carlos Martins Pena
  461. A Falência -Júlia Lopes de Almeida
  462. Entre 1892 e 1894 -Machado de Assis
  463. A Morte do Lidador -Vania Ribas Ulbricht
  464. Camões: discurso pronunciado a 10 de junho de 1880 por parte [sic] do Gabinete Português de Leitura -Joaquim Nabuco
  465. MEMÓRIAS DA RUA DO OUVIDOR -Joaquim Manoel de Macedo
  466. A Voz -Vania Ribas Ulbricht
  467. Capítulos de História Colonial -João Capistrano de Abreu
  468. À Margem da História -Euclides da Cunha
  469. O Homem dos Quarenta Escudos -Voltaire
  470. Camoens: the lyric poet: address at Vasar College on April, 1909 -Joaquim Nabuco
  471. Poema da Virgem -Pe. José de Anchieta
  472. A Filosofia do Mendes -Artur Azevedo
  473. PROFISSÃO DE FÉ -Olavo Bilac
  474. Wuthering Heights -Emily Brontë
  475. As Mulheres de Mantilha -Joaquim Manuel de Macedo
  476. Último Capítulo -Machado de Assis
  477. D. Paula -Machado de Assis
  478. O Noviço -Luís Carlos Martins Pena
  479. Inocência -Visconde de Taunay
  480. Marília de Dirceu -Tomáz Antônio Gonzaga
  481. Las Profecías de Nostradamus -Michel Nostradamus
  482. Crimen y Castigo -Fyodor Dostoyevsky
  483. Auto da Alma -Gil Vicente
  484. A Christmas Carol -Charles Dickens
  485. Os Sonhos d’Ouro -José de Alencar
  486. O MONSTRO E OUTROS CONTOS -Humberto de Campos
  487. O anjo Rafael -Machado de Assis
  488. Marília de Dirceu -Tomáz Antônio Gonzaga
  489. Casada e viúva -Machado de Assis
  490. Catálogo da Exposição Comemorativa do IV Centenário -Fundação Biblioteca Nacional
  491. Lição de Botânica -Machado de Assis
  492. Crônica do Viver Baiano Seiscentista - Os Homens Bons -Gregório de Matos
  493. Dispersão -Mário de Sá-Carneiro
  494. Romance de uma Velha -Joaquim Manuel de Macedo
  495. Amante Liberal -Miguel de Cervantes
  496. Marcha Fúnebre -Machado de Assis
  497. Casa, não casa -Machado de Assis
  498. El Conde de Montecristo -Alexandre Dumas
  499. Ubirajara -José de Alencar
  500. Broquéis -João da Cruz e Sousa
  501. A Mortalha de Alzira -Aluísio de Azevedo
  502. História de uma lágrima -Machado de Assis
  503. O Homem que Sabia Javanês -Afonso Henriques de Lima Barreto
  504. I-Juca-Pirama -Antônio Gonçalves Dias
  505. Curta história -Machado de Assis
  506. Histórias sem Data -Machado de Assis
  507. Como se inventaram os almanaques -Machado de Assis
  508. Madame Bovary -Gustave Flaubert
  509. I-Juca-Pirama -Antônio Gonçalves Dias
  510. Papéis Velhos -Machado de Assis
  511. Crônicas de Londres -José Maria Eça de Queirós
  512. Ensaio Histórico sobre as Letras no Brasil -Francisco Adolfo de Varnhagen
  513. Poemas de Fagundes Varela -Luís Nicolau Fagundes Varela
  514. Os Dois Amores -Joaquim Manuel de Macedo
  515. Coisas que Só Eu Sei -Camilo Castelo Branco
  516. O Livro de uma Sogra -Aluísio de Azevedo
  517. Les Fleurs du Mal -Charles Baudelaire
  518. Encarnação -José de Alencar
  519. O Cemitério dos Vivos -Afonso Henriques de Lima Barreto
  520. Prosas Bárbaras -José Maria Eça de Queirós
  521. A SERPENTE DE BRONZE -Humberto de Campos
  522. O Navio Negreiro -Antônio Frederico de Castro Alves
  523. O Relógio de Ouro -Machado de Assis
  524. A Polêmica -Artur Azevedo
  525. Algunas Poesías -Johann Wolfgang von Goethe
  526. A Pele do Lobo -Artur Azevedo
  527. A Orgia dos Duendes -Bernardo Guimarães
  528. Los Miserables -Victor Hugo
  529. Contos Fora de Moda -Artur Azevedo
  530. O Bobo -Vania Ribas Ulbricht
  531. Auto da Feira -Gil Vicente
  532. O Cemitério dos Vivos -Afonso Henriques de Lima Barreto
  533. Divina Commedia di Dante: Inferno -Dante Alighieri
  534. Os Brilhantes do Brasileiro -Camilo Castelo Branco
  535. La Ilíada -Homero
  536. Duas Juízas -Machado de Assis
  537. Os Bruzundangas -Afonso Henriques de Lima Barreto
  538. Les Miserables -Victor Hugo
  539. Caráter -Ralph Waldo Emerson
  540. Lira dos Vinte Anos -Alvarez Azevedo
  541. A Capital Federal -Artur Azevedo
  542. A Jóia -Artur Azevedo
  543. Diana -Machado de Assis
  544. Prólogos Interessantíssimos -Vários autores
  545. Micrômegas -Voltaire
  546. A Ritinha -Artur Azevedo
  547. Casa de Pensão -Aluísio Azevedo
  548. Longe dos Olhos -Machado de Assis
  549. O Rio de Janeiro em 1877 -Artur Azevedo
  550. Verso e Reverso -José de Alencar
  551. O que é o Casamento? -José de Alencar
  552. Os Timbiras -Antônio Gonçalves Dias
  553. Fulano -Machado de Assis
  554. Esaú e Jacó -Machado de Assis
  555. Mateus e Mateusa -Qorpo Santo
  556. Germinal -Émile Zola
  557. Auto da Festa de São Lourenço -Pe. José de Anchieta
  558. Minha formação -Joaquim Nabuco
  559. Casa velha -Machado de Assis
  560. O Judas em Sábado de Aleluia -Luís Carlos Martins Pena
  561. A Midsummer Night’s Dream -William Shakespeare
  562. Quem Casa, Quer Casa -Luís Carlos Martins Pena
  563. De bello Gallico -Júlio César
  564. Contos -José Maria Eça de Queirós
  565. Cantiga velha -Machado de Assis
  566. Casa de pensão -Aluísio de Azevedo
  567. Filmer -H.G. Wells
  568. Poesia Litigiosa -Antônio Frederico de Castro Alves
  569. El Retrato de Dorian Gray -Oscar Wilde
  570. Canções e Elegias -Luís Vaz de Camões
  571. Canto da Solidão -Bernardo Guimarães
  572. Poemas Escolhidos -Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)
  573. A Carne -Júlio Ribeiro
  574. Carta de um Defunto Rico -Afonso Henriques de Lima Barreto
  575. Quem Boa Cama Faz… -Machado de Assis
  576. Uma Praga Rogada nas Escadarias da Fôrca -Camilo Castelo Branco
  577. Gato Negro -Edgar Allan Poe
  578. Crônica do Viver Baiano Seiscentista - A Nossa Sé da Bahia -Gregório de Matos
  579. Anna Karenina -León Nikolaïévitch Tolstoy
  580. Hoje Avental, amanhã Luva -Machado de Assis
  581. Hamlet, Prince of Denmark -William Shakespeare
  582. A Nova Califórnia -Afonso Henriques de Lima Barreto
  583. Linha Reta e Linha Curva -Machado de Assis
  584. Lágrimas de Xerxes -Machado de Assis
  585. As Farpas (Janeiro a Fevereiro 1873) -José Maria Eça de Queirós
  586. Alma Inquieta -Olavo Bilac
  587. D. Mônica -Machado de Assis
  588. Demônios -Aluísio Azevedo
  589. Poesías -Antonio Machado
  590. Suje-Se, Gordo! -Machado de Assis
  591. Abel e Helena -Artur Azevedo
  592. Dracula -Bram Stoker
  593. A Viuvinha -José de Alencar
  594. A Intrusa -Júlia Valentina da Silveira Lopes de Almeida
  595. ASSOMBRAMENTO -Afonso Arinos
  596. Seleção de Obras Poéticas -Gregório de Matos
  597. Os Bruzundangas -Afonso Henriques de Lima Barreto
  598. Sun Tzu on the Art of War -Sun Tzu
  599. As Farpas (Junho a Julho 1882) -José Maria Eça de Queirós
  600. A Marcelina -Artur Azevedo
  601. Aventuras de Robinson Crusoe -Daniel Defoe
  602. Segundos Cantos e Sextilhas de Frei Antão -Antônio Gonçalves Dias
  603. Lendas do Sul -João Simões Lopes Neto
  604. As Farpas (Junho 1883) -José Maria Eça de Queirós
  605. O Empréstimo -Machado de Assis
  606. Cartas Familiares e Bilhetes de Paris -José Maria Eça de Queirós
  607. Viagens na Minha Terra -João Batista da Silva Leitão de Almeida Garret
  608. Inocência -Visconde de Taunay
  609. A Filha de Maria Angu -Artur Azevedo
  610. A Nota de Cem Mil-Réis -Artur Azevedo
  611. HOJE SOU UM; E AMANHÃ OUTRO -Qorpo Santo
  612. Manuscrito de um Sacristão -Machado de Assis
  613. Otelo -William Shakespeare
  614. Cantigas de Santa María -Alfonso X, el Sabio
  615. PANÓPLIAS -Olavo Bilac
  616. Viver -Machado de Assis
  617. Sarças de Fogo -Olavo Bilac
  618. LIVRO DAS DONAS E DONZELAS -Júlia Lopes de Almeida
  619. Entre Santos -Machado de Assis
  620. As Farpas (Março a Abril 1873) -José Maria Eça de Queirós
  621. Comes e Bebes -Artur Azevedo
  622. A Book -Emily Dickinson
  623. As Asas de um Anjo (Peça) -José de Alencar
  624. Auto de Mofina Mendes -Gil Vicente
  625. A Conquista -Coelho Neto
  626. Trio em Lá Menor -Machado de Assis
  627. O Touro Branco -Voltaire
  628. GRÃOS DE MOSTARDA -Humberto de Campos
  629. Sermão do Bom Ladrão (1655) -Pe. Antônio Vieira
  630. Sermão de Santo Antônio -Pe. Antônio Vieira
  631. De Profundis -Oscar Wilde
  632. OS RETIRANTES -José do Patrocínio
  633. Ernesto de Tal -Machado de Assis
  634. A Partida -Coelho Neto
  635. O Enfermeiro -Machado de Assis
  636. Idéias do Canário -Machado de Assis
  637. Inocência -Visconde de Taunay
  638. Quem conta em conto… -Machado de Assis
  639. Cinco minutos -José de Alencar
  640. A Ilha da Maré -Manuel Botelho de Oliveira
  641. Sermão I - Maria, Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira
  642. Seleção de Obras Poéticas II -Gregório de Matos
  643. História da Província de Santa Cruz, A que Vulgarmente Chamamos Brasil -Pero de Magalhães Gândavo
  644. Aos Vinte Anos -Aluísio Azevedo
  645. Alves & Cia. -José Maria Eça de Queirós
  646. O Bispo Negro -Vania Ribas Ulbricht
  647. Não Consultes Médico -Machado de Assis
  648. Primeiros Cantos -Antônio Gonçalves Dias
  649. Clepsidra -Camilo Pessanha
  650. Estórias de Jenni -Voltaire
  651. Farsa ou Auto de Inês Pereira -Gil Vicente
  652. Miss Dollar -Machado de Assis
  653. The Necronomicon -Aleister Crowley
  654. Memorial de Aires -Machado de Assis
  655. Faróis -João da Cruz e Sousa
  656. A Vitória e a Piedade -Vania Ribas Ulbricht
  657. O Touro Negro -Aluísio Azevedo
  658. Til -José de Alencar
  659. Um Apólogo -Machado de Assis
  660. Na Academia Brasileira de Letras -Machado de Assis
  661. Missal -João da Cruz e Sousa
  662. Fables -Jean de La Fontaine
  663. As Farpas (Outubro a Novembro 1873) -José Maria Eça de Queirós
  664. Singular Ocorrência -Machado de Assis
  665. A Lover’s Complaint -William Shakespeare
  666. Thus spake zarathustra -Friedrich Nietzsche
  667. O Velho Senado -Machado de Assis
  668. Triunfo da Morte -Francesco Petrarca
  669. Novos Cantos -Antônio Gonçalves Dias
  670. Identidade -Machado de Assis
  671. A Semana Santa -Vania Ribas Ulbricht
  672. I libri della famiglia -Jason Harris
  673. O Cemitério dos Vivos -Afonso Henriques de Lima Barreto
  674. Eu sou a vida; eu não sou a morte -Qorpo Santo
  675. The Prince -Nicolau Maquiavel (Niccolò Machiavelli)
  676. O Mandarim -José Maria Eça de Queirós
  677. Falenas -Machado de Assis
  678. As Casadas Solteiras -Luís Carlos Martins Pena
  679. Clara dos Anjos -Afonso Henriques de Lima Barreto
  680. Ressureição -Machado de Assis
  681. Madame Bovery -Gustave Flaubert
  682. O Garimpeiro -Bernardo Guimarães
  683. A Casinha de Fresco -Artur Azevedo
  684. Convivio -Dante Alighieri
  685. Macário -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
  686. O Japão -Aluísio Azevedo
  687. Últimos Sonetos -João da Cruz e Sousa
  688. Goivos e Camélias -Machado de Assis
  689. O Conde d’Abranhos -José Maria Eça de Queirós
  690. O Matuto -Franklin Távora
  691. Histórias e Sonhos -Afonso Henriques de Lima Barreto
  692. Macário -Manuel Antônio Álvares de Azevedo
  693. O Cônego ou Metafísica do Estilo -Machado de Assis
  694. Conversão de um avaro -Machado de Assis
  695. Certa Entidade em Busca de Outra -Qorpo Santo
  696. As Jóias da Coroa -Raul Pompéia
  697. De Bello Gallico and Other Commentaries -Caius Julius Caesar
  698. Logica -D. Andres Piquer
  699. Possível e Impossível -Machado de Assis
  700. Jogo do Bicho -Machado de Assis
  701. O Segredo de Augusta -Machado de Assis
  702. A Princesa dos Cajueiros -Artur Azevedo
  703. Contrastes e Confrontos -Euclides da Cunha
  704. Singularidades de uma Rapariga Loura -José Maria Eça de Queirós
  705. Ex Cathedra -Machado de Assis
  706. Poesias Completas -Laurindo José da Silva Rabelo
  707. O Homem -Aluísio Azevedo
  708. Umas Férias -Machado de Assis
  709. Poesias Coligidas -Antônio Frederico de Castro Alves
  710. O Oráculo -Machado de Assis
  711. Dracula -Bram Stocker
  712. To be or not to be -Machado de Assis
  713. Rogério Duprat: sonoridades multiplas -Regiane Gaúna
  714. O Juiz de Paz da Roça -Luís Carlos Martins Pena
  715. A Origem do Mênstruo -Bernardo Guimarães
  716. Os deuses de casaca -Machado de Assis
  717. Luxo e Vaidade -Joaquim Manuel de Macedo
  718. Recordações do Escrivão Isaías Caminha -Afonso Henriques de Lima Barreto
  719. O Segredo do Bonzo -Machado de Assis
  720. El la Biblio -Ludwik Lejzer Zamenhof
  721. Crisálidas -Machado de Assis
  722. Luzia-Homem -Domingos Olímpio Braga Cavalcanti
  723. O Elixir do Pajé -Bernardo Guimarães
  724. Suspiros Poéticos e Saudades -Domingos Gonçalves de Magalhães
  725. Frei Simão -Machado de Assis
  726. Um Tratado da Cozinha Portuguesa do Século XV -Anônimo
  727. D. Pedro -Vania Ribas Ulbricht
  728. Amor por Anexins -Artur Azevedo
  729. Cuentos de Amor, de Locura y de Muerte -Horacio Quiroga
  730. El Profeta -Gibran Kalil Gibran
  731. O Rei dos Caiporas -Machado de Assis
  732. Folhas Caídas -João Batista da Silva Leitão de Almeida Garret
  733. O Garatuja -José de Alencar
  734. Cuentos y Fábulas -Marquês de Sade
  735. O que são as moças -Machado de Assis
  736. Flor anônima -Machado de Assis
  737. O Caçador de Esmeraldas -Olavo Bilac
  738. Les Miserables -Victor Hugo
  739. O País das Quimeras -Machado de Assis
  740. Diálogos das Grandezas do Brasil -Ambrósio Fernandes Brandão
  741. Edipo Rey -Sófocles
  742. O Único Assassinato de Cazuza -Afonso Henriques de Lima Barreto
  743. Aesop’s Fables -Esopo
  744. Pride and Prejudice -Jane Austen
  745. As Farpas (Novenbro a Dezenbro 1882) -José Maria Eça de Queirós
  746. As Asneiras do Guedes -Artur Azevedo
  747. A Retirada da Laguna -Visconde de Taunay
  748. O contrato -Machado de Assis
  749. Banhos de Mar -Artur Azevedo
  750. Feitos de Mem de Sá -Pe. José de Anchieta
  751. Werther -Johann Wolfgang von Goethe
  752. A mulher de Anacleto -Afonso Henriques de Lima Barreto
  753. Os Irmãos das Almas -Luís Carlos Martins Pena
  754. O Ateneu -Raul Pompéia
  755. Galeria Póstuma -Machado de Assis
  756. Um Capitão de Voluntários -Machado de Assis
  757. Sermão de Santo Antônio -Pe. Antônio Vieira
  758. Páginas Críticas e Comemorativas -Machado de Assis
  759. Sermão do Mandato (1643) -Pe. Antônio Vieira
  760. Mattos, Malta ou Matta? -Aluísio de Azevedo
  761. Maria Cora -Machado de Assis
  762. A Maldita Parentela -Joaquim José da França Júnior
  763. Poemas Irônicos, Venenosos e Sarcásticos -Alvarez Azevedo
  764. O Pai -Machado de Assis
  765. Numa e a Ninfa -Afonso Henriques de Lima Barreto
  766. Relíquias da Casa Velha -Machado de Assis
  767. As Cerejas -Artur Azevedo
  768. História de Quinze Dias -Machado de Assis
  769. Quem Casa, Quer Casa -Luís Carlos Martins Pena
  770. O Humor e a Ironia em Bernardo de Guimarães -Bernardo Guimarães
  771. Espumas Flutuantes -Antônio Frederico de Castro Alves
  772. Textos críticos -Machado de Assis
  773. O Mambembe -Artur Azevedo
  774. Últimos Sonetos -João da Cruz e Sousa
  775. Produções Satíricas e Bocageanas de Bernardo de Guimarães -Bernardo Guimarães
  776. Na Arca -Machado de Assis
  777. Um Que Vendeu a Sua Alma -Afonso Henriques de Lima Barreto
  778. O Soldado -Vania Ribas Ulbricht
  779. Via-Láctea -Olavo Bilac
  780. Eneida -Publius Virgilius Maro
  781. O Protocolo -Machado de Assis
  782. Polêmicas e reflexões -Machado de Assis
  783. Marginália -Afonso Henriques de Lima Barreto
  784. Os Ouvidos do Conde de Chesterfield e o Capelão Goudman -Voltaire
  785. Viagem à roda de mim mesmo -Machado de Assis
  786. Casamiento Engañoso -Miguel de Cervantes
  787. O Rio de Janeiro - Verso e Reverso -José de Alencar
  788. Contos para Velhos -Olavo Bilac
  789. Poemas -Luís Nicolau Fagundes Varela
  790. Un Marido Ideal -Oscar Wilde
  791. Entre duas datas -Machado de Assis
  792. Assunto para um Conto -Artur Azevedo
  793. Cartas Chilenas -Tomáz Antônio Gonzaga
  794. Antônio Rodrigues, soldado, viajante e jesuíta português na América do Sul no século XVI -Antônio Rodrigues
  795. The Picture of Dorian Gray -Oscar Wilde
  796. La Vida es Sueño -Pedro Calderón de la Barca
  797. Encher tempo -Machado de Assis
  798. A Nova Califórnia -Afonso Henriques de Lima Barreto
  799. Auto da Índia -Gil Vicente
  800. O Missionário -Inglês de Souza
  801. O Livro Derradeiro -João da Cruz e Sousa
  802. Emma -Jane Austen
  803. O Noviço -Luís Carlos Martins Pena
  804. Sermão dos Bons Anos -Pe. Antônio Vieira
  805. O Lapso -Machado de Assis
  806. La Celestina -Fernando de Rojas
  807. Os Pobres -Raul Brandão
  808. Frankenstein -Mary Shelley
  809. Tratado da Terra do Brasil: História da Província Santa Cruz a que Vulgarmente Chamamos Brasil -Pero de Magalhães Gândavo
  810. Sermão da Quinta Dominga da Quaresma -Pe. Antônio Vieira
  811. Discurso sobre a História da Literatura do Brasil -Visconde de Araguaia
  812. Os Ciúmes de um Pedestre ou o Terrível Capitão do Mato -Luís Carlos Martins Pena
  813. LARANJA-DA-CHINA -Alcântara Machado
  814. Historias de Fantasmas -Charles Dickens
  815. Três tesouros perdidos -Machado de Assis
  816. Flores da Noite -Lycurgo José Henrique de Paiva
  817. Uma Campanha Alegre - Volume I -José Maria Eça de Queirós
  818. Tentação -Adolfo Ferreira Caminha
  819. O Livro de Cesario Verde -José Joaquim Cesário Verde
  820. História do Futuro, Vol. II -Pe. Antônio Vieira
  821. O Último dia de um poeta -Machado de Assis
  822. Primas de Sapucaia -Machado de Assis
  823. O Livro de uma Sogra -Aluísio de Azevedo
  824. Páginas Recolhidas -Machado de Assis
  825. A Luta -Carmen Dolores
  826. O caminho da porta -Machado de Assis
  827. As Maluquices do Imperador -Paulo Setúbal
  828. Alves & Cia. -José Maria Eça de Queirós
  829. Mocidade e Morte -Vania Ribas Ulbricht
  830. Karl Marx -José Martí
  831. Os Dois ou o Inglês Maquinista -Luís Carlos Martins Pena
  832. O Anjo Caído -João Batista da Silva Leitão de Almeida Garret
  833. Uma águia sem asas -Machado de Assis
  834. O Subterrâneo do Morro do Castelo -Afonso Henriques de Lima Barreto
  835. Crime and Punishment -Fiodor Dostoiévsky
  836. Uma Visita de Alcebíades -Machado de Assis
  837. Recordações do Escrivão Isaías Caminha -Afonso Henriques de Lima Barreto
  838. A Viúva do Estanislau -Artur Azevedo
  839. O Esqueleto -Aluísio Azevedo
  840. Broquéis -João da Cruz e Sousa
  841. Beyond Good and Evil -Friedrich Wilhelm Nietzsche
  842. Alas Rotas -Gibran Kalil Gibran
  843. Um Apólogo -Machado de Assis
  844. O Diplomático -Machado de Assis
  845. Chico -Artur Azevedo
  846. Vila Rica -Cláudio Manuel da Costa (Glauceste Satúrnio)
  847. Dívida Extinta -Machado de Assis
  848. Girândola de amores -Aluísio de Azevedo
  849. O imortal -Machado de Assis
  850. O Cancioneiro Português da Vaticana -Teophilo Braga
  851. A VIÚVA SIMÕES -Júlia Lopes de Almeida
  852. The Fall of the House of Usher -Edgar Allen Poe
  853. A Nova Califórnia -Afonso Henriques de Lima Barreto
  854. O caminho de Damasco -Machado de Assis
  855. Antonica da Silva -Joaquim Manuel de Macedo
  856. A Origem do Mênstruo -Bernardo Guimarães
  857. Uma carta -Machado de Assis
  858. Decameron -Giovanni Boccaccio
  859. Amor e Pátria -Joaquim Manuel de Macedo
  860. NOVELA E CONTO -Amadeu Amaral
  861. The Picture of Dorian Gray -Oscar Wilde
  862. História comum -Machado de Assis
  863. Ponto de Vista -Machado de Assis
  864. Poemas de Raul de Leoni -Raul de Leoni
  865. A Jóia -Artur Azevedo
  866. Mitología Universal -Anônimo
  867. A Bad Business -Anton Checkhov
  868. Tratado da Terra do Brasil -Pero de Magalhães Gândavo
  869. Catálogo da Exposição Cruz e Sousa, 100 anos de morte (1898-1998) -Fundação Biblioteca Nacional
  870. Faróis -João da Cruz e Sousa
  871. Uns Braços -Machado de Assis
  872. Um cão de lata ao rabo -Machado de Assis
  873. Verba Testamentária -Machado de Assis
  874. O Namorador ou a Noite de São João -Luís Carlos Martins Pena
  875. Um esqueleto -Machado de Assis
  876. Vidas Paralelas - Tomo I -Plutarco
  877. O Espírito -Artur Azevedo
  878. Como o Diabo as Arma! -Artur Azevedo
  879. Milagre do Natal -Afonso Henriques de Lima Barreto
  880. O Cabeleira -Franklin Távora
  881. Uma Lágrima de Mulher -Aluísio Azevedo
  882. Marginália -Afonso Henriques de Lima Barreto
  883. O Defeito de Família -Joaquim José da França Júnior
  884. Enrique IV -William Shakespeare
  885. Luzia-Homem -Domingos Olímpio Braga Cavalcanti
  886. A Luneta Mágica -Joaquim Manuel de Macedo
  887. Agudeza Gascona -Marquês de Sade
  888. Madame Bovary: moeurs de province -Gustave Flaubert
  889. As Viagens -Olavo Bilac
  890. Carne Frita -Gustavo Villas Boas Farias
  891. Abel e Helena -Artur Azevedo
  892. A Child’s History of England -Charles Dickens
  893. Alma Cabocla -Paulo Setúbal
  894. A Mortalha de Alzira -Aluísio de Azevedo
  895. As Doutoras -Joaquim José da França Júnior
  896. O anjo das donzelas -Machado de Assis
  897. Bom - Crioulo -Adolfo Ferreira Caminha
  898. Como Gustéis -William Shakespeare
  899. David Copperfield -Charles Dickens
  900. Uma Tragédia no Amazonas -Raul Pompéia
  901. Amor por Anexins -Artur Azevedo
  902. Pílades e Orestes -Machado de Assis
  903. Amor com Amor se Paga -França Júnior
  904. Não consultes Médico -Machado de Assis
  905. Frankenstein -Mary Shelley
  906. O Pecado -Afonso Henriques de Lima Barreto
  907. Utopia -Thomas More
  908. O astrólogo -Machado de Assis
  909. Elefantes e Ursos -Artur Azevedo
  910. Morta que Mata -Artur Azevedo
  911. VIOLETA -Raul Pompéia
  912. Crônica do Viver Baiano Seiscentista - O Burgo -Gregório de Matos
  913. A Marquesa de Santos -Paulo Setúbal
  914. Vidros quebrados -Machado de Assis
  915. Du côté de chez Swann -Marcel Proust
  916. Questão de vaidade -Machado de Assis
  917. A Morte do Lidador -Vania Ribas Ulbricht
  918. A Filha Maria de Angu -Artur Azevedo
  919. Francisca -Machado de Assis
  920. La Gitanilla -Miguel de Cervantes
  921. Contos Fora da Moda -Artur Azevedo
  922. Tropas e boiadas -Hugo de Carvalho Ramos
  923. Remissão de Pecados -Joaquim Manuel de Macedo
  924. Bodas de Sangre -Federico Garcia Lorca
  925. Divina Commedia di Dante: Purgatorio -Dante Alighieri
  926. São Cristóvão -José Maria Eça de Queirós
  927. A Intrusa -Júlia Lopes de Almeida
  928. O caso da Viúva -Machado de Assis
  929. O cancioneiro portuguez da Vaticana -Teophilo Braga
  930. Folha rota -Machado de Assis
  931. Eficiência Militar -Afonso Henriques de Lima Barreto
  932. Henriqueta Renan -Machado de Assis
  933. O Passado, passado -Machado de Assis
  934. A Ilha da Maré -Manuel Botelho de Oliveira
  935. Pobre Cardeal! -Machado de Assis
  936. Um Erradio -Machado de Assis
  937. O Poeta e a Inquisição -Visconde de Araguaia
  938. A Descent into the Maesltrom -Edgar Allan Poe
  939. Leonor de Mendonça -Antônio Gonçalves Dias
  940. Um Homem Célebre -Machado de Assis
  941. Poemas Malditos -Alvarez Azevedo
  942. Iaiá Garcia -Machado de Assis
  943. Patkull -Antônio Gonçalves Dias
  944. Persuasion -Jane Austen
  945. All’s Well That Ends Well -William Shakespeare
  946. Pobre Finoca -Machado de Assis
  947. Meia Hora de Cinismo -Joaquim José da França Júnior
  948. The Adventures of Tom Sawyer -Mark Twain
  949. Medea -Eurípedes
  950. Camos de Soria -Antonio Machado
  951. King Lear -William Shakespeare
  952. Varios Cuentos -Franz Kafka
  953. Pride and Prejudice -Jane Austen
  954. Poemas -Alphonsus de Guimarães
  955. Crônica do Viver Baiano Seiscentista - Os Homens Bons -Gregório de Matos
  956. El Arte de Amar -Publius Ovidius Naso
  957. O Tipo Brasileiro -Joaquim José da França Júnior
  958. El Cuervo -Edgar Allan Poe
  959. Sermão da Glória de Maria, Mãe de Deus -Pe. Antônio Vieira
  960. Luís Soares -Machado de Assis
  961. Grimm’s Fairy Tales -Irmãos Grimm
  962. História de Quinze Dias -Machado de Assis
  963. Os Noivos -Artur Azevedo
  964. Los Hermanos Karamazov -Fyodor Dostoyevsky
  965. História da Conjuração Mineira -Joaquim Norberto de Souza e Silva
  966. D. Jucunda -Machado de Assis
  967. Memórias e Cotidiano do Rio de Janeiro no Tempo do Rei: trechos selecionados das cartas de Luís Joaquim dos Santos Marrocos -Luís Joaquim dos Santos Marrocos
  968. Tao te King -Lao Tse
  969. A María el Corazón -Pedro Calderón de la Barca
  970. O Movimento da Independência, -Oliveira Lima
  971. Maria Rosa Mística Excelências, Poderes e Maravilha do seu Rosário -Pe. Antônio Vieira
  972. Um Especialista -Afonso Henriques de Lima Barreto
  973. Filomena Borges -Aluísio de Azevedo
  974. The place of Camoens in the literature: address delivered before the students of the Yale University, on the 14th May, 1908 -Joaquim Nabuco
  975. O Cabeleira -Franklin Távora
  976. O Elogio da Mentira e outras histórias -Lycio de Faria
  977. Relíquias da Casa Velha -Machado de Assis
  978. O Número da Sepultura -Afonso Henriques de Lima Barreto
  979. Sentimental -Salomão Rovedo
  980. 1889 Constitution of Japan -Anônimo
  981. O Juiz de Paz da Roça -Luís Carlos Martins Pena
  982. O Coruja -Aluísio Azevedo
  983. João Fernandes -Machado de Assis
  984. Muitos anos depois -Machado de Assis
  985. Ruy de Leão -Machado de Assis
  986. David Copperfield -Charles Dickens
  987. Naufragios -Alvar Núñez Cabeza de Vaca
  988. Sermão III - Maria, Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira
  989. O BAILE DO JUDEU -Inglês de Souza
  990. Maria Rosa Mística -Pe. Antônio Vieira
  991. Oliver Twist -Charles Dickens
  992. Qual dos dois -Machado de Assis
  993. As You Like It -William Shakespeare
  994. Pensamientos y Meditaciones -Gibran Kalil Gibran
  995. Poema dos Feitos de Mem de Sá -Pe. José de Anchieta
  996. Onze anos depois -Machado de Assis
  997. A Tale of Two Cities -Charles Dickens
  998. Os Bruzundangas -Afonso Henriques de Lima Barreto
  999. Auto da Feira -Gil Vicente
  1000. Conjugo Vobis -Artur Azevedo

segunda-feira, 15 de Junho de 2009

Doutor Pinho e Dr. Soares Marques no dia 18 de Junho, no Salão Nobre da Câmara de Mangualde

A APENEL (Associação Portuguesa de Estudos Neolatinos) informa que o Presidente da Câmara Municipal de Mangualde, o Director da Imprensa da Universidade de Coimbra, o Presidente da Associação Portuguesa de Estudos Neolatinos (Doutor Sebastião Pinho) e a Coordenadora do Centro de Estudos Clássicos e Humanísticos da Universidade de Coimbra têm o prazer de convidar V. Exª para a apresentação do livro "Opera Omnia I - Paráfrases a Job e à Sabedoria de Salomão", da autoria do humanista D. Jerónimo Osório, com tradução de Guimarães Pinto, a realizar no próximo dia 18 de Junho, pelas 21 horas, no Salão Nobre dos Paços do Concelho da Câmara Municipal de Mangualde.
A apresentação será acompanhada de uma conferência a cargo do tradutor e especialista osoriano sobre "Chãs de Tavares e o percurso humano e literário de D. Jerónimo Osório".
Quem puder fará bem em estar presente, quanto mais não seja para um reencontro com o Doutor Sebastião Pinho (o Presidente da Associação Portuguesa de Estudos Neolatinos) e o Dr. Soares Marques (Presidente da Câmara Municipal de Mangualde).
Divulguem! Até lá!

quinta-feira, 23 de Abril de 2009

Extensão da escolaridade obrigatória para 12 anos

O primeiro-ministro anunciou a extensão da escolaridade obrigatória para 12 anos.
Este alargamento faz-me lembrar um programa antigo "Yes Prime Minister" e, tendo em conta a crise actual que se vive, faz-me suspeitar que Sócrates está a copiar o modelo. É que, num dos programas, quando o PM britânico propõe o alargamento do ensino obrigatório, Sir Humphrey Appleby (o seu chefe de gabinete) apoia a medida acrescentando um outro argumento: "ao obrigarmos os jovens a estudar durante mais tempo, adiamos a sua entrada no mercado de trabalho, logo baixamos os índices de desemprego".
Acrescentaria ainda que sempre se pode empregar mais alguns professores que estão no desemprego para fazer baixar o desemprego.
Quando há um ano, em entrevista ao Expresso, a ministra da educação dizia que os 12 anos de escolaridade era uma medida irrealista, sou levado a concluir que esta medida (que, tal como o TGV e outros projectos megalómanos, é um presente envenenado para o próximo governo - pois este não os soube executar durante o seu mandato) se reduz a uma forma de camuflar a crise que vivemos.
Esta medida seria louvável se houvesse uma verdadeira aposta na educação, ou seja, na apreensão do saber.
Porém, ao governo apenas interessa despejar os meninos na escola e mantê-los lá, aprendam ou não. A resposta de Sócrates a Paulo Portas, ontem, denuncia isso mesmo. Se Sócrates estivesse apostado numa verdadeira educação, preocupar-se-ia em que os alunos aprendessem verdadeiramente. O programa Novas Oportunidades (em que uma pessoa pode fazer seis anos num só e candidatar-se à universidade, como aconteceu com uma senhora que tinha o 6º ano e agora frequenta o curso de Turismo, Lazer e Património da Faculdade de Letras de Coimbra) é um sintoma dessa fraude, desejosa de apresentar estatísticas bonitas junto da UE. Mas quando o responsável por esta medida obteve, segundo consta, o diploma de Engenharia num Domingo e fez as provas por correspondência... está tudo dito.

sábado, 18 de Abril de 2009

O projecto E24 (Escolinha-24 horas)

in http://terrear.blogspot.com/2009/04/e24-grande-solucao-para-educacao.html

Quando ouvi a proposta dos pais, através da CONFAP, para que as escolas passassem a estar abertas 12 horas por dia e, de seguida, conheci a resposta positiva do Ministério da Educação, dei comigo a pensar que o melhor seria propor já, numa atitude politicamente muito mais arrojada, a escola aberta 24 horas por dia.

Atendendo às dificuldades das famílias para que pais e filhos se encontrem, que não seja para dormirem sob o mesmo tecto (é esta a nova definição de família), atendendo à necessidade dos pais obterem rendimentos que permitam um “nível de vida adequado aos tempos modernos”, trabalhando mais e mais horas em empregos quantas vezes instáveis, atendendo ainda ao tipo de vida que criámos nas cidades, em que nos levantamos com o sol e chegamos a casa depois dele se ter deitado, consumindo três e quatro horas em transportes que vão furando por entre um caótico trânsito, atendendo às exigências e às dificuldades que hoje representa a educação de uma criança e de um jovem, …claro que os pais têm toda a razão e, por isso, o Ministério da Educação, que existe também para lhes agradar, também tem.

Mas o que não estamos a perceber é que esta exigência, que já se seguiu a outras de apenas 8 horas, é uma exigência em progresso, que ainda está na sua fase larvar e que vai chegar (quanto tardará não sei, talvez uns trinta anos, cinquenta, quem sabe) a uma fase madura e muito mais perfeita: a E24, ou seja, a escola aberta 24 sobre 24 horas. Além de se poderem apoiar os pais de um modo muito mais consistente e continuado, sem quebras de ritmo, podendo a escola finalmente incluir no seu currículo as tão proclamadas educação do consumidor, educação sexual, educação do consumo, educação da saúde, educação da autoridade (há tanta falta dela!), educação rodoviária, educação ambiental, educação para os media, educação para a sustentabilidade, educação para a paz, educação para as artes, e tantas outras e tão necessárias educações, sem atropelos desnecessários, além disso, os pais também poderão ganhar a sua vida à vontade, passear e descansar do cansaço do trabalho permanente, constituir novas e renovadas famílias sempre que necessário, além de deixar de ser problemática a perda de quatro ou cinco horas diárias nos trajectos casa-empregos-casa.

Ao Estado, como é óbvio, esta pretensão dos pais vem de encontro a um velho desejo de se transformar na grande oportunidade social educadora de todos os cidadãos, sem favorecer as desigualdades sociais, acolhendo todos, sem excepção, 24 horas por dia. Finalmente, alcança-se a tão almejada igualdade de oportunidades, ricos e pobres poderão ter, de uma vez por todas (como gostamos desta expressão!), acesso à mesma educação de qualidade, garantida pelo Estado. Podemos dizer que as escolas, aí sim, serão instituições verdadeiramente educadoras e capazes, melhor, totalmente capazes. Os professores no desemprego poderão ser contratados, todos poderão ser melhor proletarizados, em ambientes e ritmos de trabalho mais cronometrados pelo Ministério da Educação.

Num contexto de tanta incerteza social, que mais e melhor poderíamos pedir? Se a escola pública se oferece para ser uma instituição total, que totalmente ocupa os nossos filhos e netos, que mais poderíamos ansiar como educadores? Se obtemos a sua segurança, a sua educação escolar e o seu pão, que melhor poderemos crer ter? E se a escola agora até acolhe os avós, cada vez mais dependentes e em cima das nossas costas até uma tão avançada idade, nós que temos de trabalhar mais e mais, que melhor instituição poderia haver para acolher, em novas dinâmicas intergeracionais, crianças e avós, 24 horas por dia?

De facto, a E24 é a grande solução social do futuro. Famílias não haverá (e para que é que deveria haver, se os pais não ligam nada aos filhos e os filhos aos pais, se as famílias se fazem e desfazem ao ritmo dos bonecos de neve), os empregos serão cada vez mais precários, incertos e mal pagos (e para quê ser diferente se podemos agora combinar dois e três turnos?), o isolamento das pessoas e sobretudo das mais pobres e sós será ultrapassado (poderemos ficar sós todos juntos e a todo o tempo, em instituições de acolhimento verdadeiro!). As novas instituições E24 são o futuro por que tanto ansiamos. E o Ministério da Educação português, a pedido dos pais, oferece-nos, por antecipação, este futuro. Portugal mantém, assim, o seu perfil de povo inovador, gente de sensacionais descobertas, que abre novos mundos ao mundo!


Que mais e melhor poderei eu dizer? Viva a E24, a verdadeira revolução da educação promovida pelo Estado, a pedido dos pais!


PS: se alguém considerar este texto exagerado, peço apenas que sobreviva uns cinquenta anos, o que comigo já não ocorrerá!


Joaquim Azevedo

9 de Abril de 2009

domingo, 29 de Março de 2009

Os aldrabões desmascarados mais uma vez...

Os estágios que o Pinóquio prometeu! Tanta PROPAGANDA para 12 (sim DOZE!!!) estágios! É o circo montado! E a Comunicação Social Vendida faz a vontade!

Tudo Desmontado no Nós por Cá:

E a Acção foi?????????????
Viemos aqui para.....................................zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz...

sábado, 28 de Março de 2009

Faleceu o Doutor Albino

Já só muito tarde tivemos conhecimento do falecimento do Doutor Albino de Almeida Matos, nosso professor de Latim III e de Latim dos Cristãos. Foi sepultado ontem em Resende. Paz à sua alma.

segunda-feira, 23 de Março de 2009

Rui Barbosa


NUNCA ESTEVE TÃO ACTUAL!

A poesia de Rui Barbosa (poeta brasileiro), apresentada a seguir,
poderia ter sido escrita hoje, sem mudar uma palavra.


'De tanto ver triunfar as nulidades,
de tanto ver prosperar a desonra,
de tanto ver crescer a injustiça,
de tanto ver agigantarem-se os poderes
nas mãos dos maus,
o homem chega a desanimar da virtude,
A rir-se da honra,
a ter vergonha de ser honesto'.

Rui Barbosa

quarta-feira, 11 de Março de 2009

Depois do Magalhães vem aí o Camões: o novo professor robótico

O segundo Sócrates (o das próximas eleições) está já a preparar uma forma de se livrar dos professores de uma vez para sempre recorrendo ao "Camões made in Portugal" com peças japonesas.



Japoneses querem criar professor robótico
Os Japoneses estão a trabalhar num robô capaz de dar aulas a alunos da escola primária. Trata-se um andróide e dá pelo nome de Saya.

Depois de 15 anos de pesquisa, o Japão está a testar a possibilidade de usar um andróide na sala de aula, em substituição do professor de carne e osso.
O andróide consegue falar em diferentes línguas, distribuir trabalhos e fazer expressões faciais, graças a 18 motores escondidos debaixo da pele de látex.

Inicialmente, este robô tinha sido criado para substituir uma série de trabalhadores, incluindo secretárias, numa tentativa de permitir às empresas cortar custos.

Este é o mais recente exemplo dos robôs que estão a transformar vários aspectos da vida japonesa.

O governo Japonês já disse que quer um robô em cada casa até 2015, e está a investir 35 milhões de dólares (cerca de 30 milhões de euros) em inteligência robótica para esse fim.

Esta vontade tem a ver com o envelhecimento da população japonesa: em sete anos, um em quatro japoneses terá mais de 65 anos, o que significa que a força de trabalho está a diminuir.


O que tem esta notícia a ver com Portugal?
Por cá, Sócrates é confrontado com o abandono em massa de professores. A solução para encontrar mão de obra barata, programada para preencher mais de 10 relatórios por segundo (em formato digital, para não destruir a mancha florestal do País), que está na escola 24 horas por dia, programada para não fazer greves, nem manifestações de rua, programada para obedecer incondicionalmente às ordens da ministra, secretários de estado e afins (directores-gerais, directores regionais, etc., etc.) é este robô, ou seja, contratar a fábrica de uns amigos do PM para produzir este tipo de robôs. O amigo Hugo Chavez encomenda logo 5 milhões de exemplares programados para votarem nele sempre que for necessário e adicionalmente podem dar aulas de Chavística Doutrinária.

A geração seguinte de robôs estará preparada para assumir funções ministeriais, quaisquer que elas sejam, à excepção de uma: a de Primeiro-Ministro. A nossa vida passará a ser ainda mais cinzenta e monótona: deixamos de nos rir com as anedotas do Mário Lino e do Manuel Pinho - passam todas a ser sobre o Sócrates...

NB: o novo robô chama-se Camões não por homenagem à Língua Portuguesa - para isso, chavam-se Margarida Moreira - não, é porque, como o Camões era cego da vista direita e só via pelo olho esquerdo, o robô também vê tudo sob o ponto de vista sinistro, perdão, esquerdo. Desta forma, não trai os ideais do PS que, não se esqueçam, é um partido de esquerda.

Estão a assassinar o português... III

O presidente do CDS/PP acusou este sábado a directora regional de Educação do Norte de não saber escrever, tendo em conta um e-mail que ela enviou, acrescentando que é mais um caso a juntar-se aos erros de português do Magalhães.

«Ainda bem que foram denunciados [os erros de português do Magalhães] e só podem ser rapidamente corrigidos mas já se vai tornando prática habitual, eu chamo a vossa atenção para um e-mail da senhora directora regional da Educação (Margarida Moreira), de 17 Fevereiro, recomendo-vos a leitura e digam-me se tem alguma coisa a ver com a língua de Luís de Camões», afirmou Paulo Portas.

«Quando uma directora regional que tem a obrigação de se relacionar com milhares de escolas, que tem a tutela de dezenas de milhares de professores não sabe escrever português, como se pode pedir depois aos jovens que saibam escrever, ler e entender correctamente a língua de Camões», perguntou o líder do CDS/PP.

Paulo Portas referia-se a um e-mail enviado pela directora regional de Educação do Norte, Margarida Moreira, à presidente do conselho executivo agrupamento de escolas Território Educativo de Coura.

No e-mail a que a Lusa teve acesso lê-se:
"...E na salvaguarda primeira das obrigações da escola - cumprir a sua missão de processos de socialização (sic) e de aprendizagem para os alunos (sic), razão central porque definiu as actividades de Carnaval (sic) nos documentos de acção educativa...

...Sendo certo que muitos docentes não se aceitam (sic) o uso dos alunos nesta atitude inaceitável (sic), acompanharemos de muito perto a defesa do bom nome da escola, dos professores, dos alunos e de toda uma população que muito tem orgulhado (sic) o nosso país pela valorização que à escola tem dado (sic)..."


Estão a assassinar o português... II

O festival de asneiras do "Magalhães" - Filipe Santos Costa
in Expresso on line

Há frases mal construídas, outras que começam na segunda pessoa do singular e continuam na terceira (tratam o leitor por tu e por você), expressões absurdas e frases que simplesmente não fazem sentido.

Ortografia, sintaxe e gramática - nas instruções dos jogos do computador portátil Magalhães nada resiste às inovações do "magalhanês". Há palavras repetidamente mal escritas, outras inventadas, verbos mal conjugados, vírgulas semeadas onde calha, acentos que aparecem onde não devem e não estão onde deviam.

Há frases mal construídas, outras que começam na segunda pessoa do singular e continuam na terceira (tratam o leitor por tu e por você), expressões absurdas e frases que simplesmente não fazem sentido.

Nalguns casos, as instruções que deviam ajudar a utilizar os jogos complicam de tal maneira que não há quem perceba o que está em causa.

Lê-se e não se acredita. "Neste processador podes escrever o texto que quiseres, gravar-lo e continuar-lo mais tarde", lê-se nas instruções do processador de texto - isso mesmo: "gravar-lo e continuar-lo". "Dirije o guindaste e copía o modelo", explicam as intruções de um puzzle - assim: "dirije" com "j" e "copía" com acento no "i". "Quando acabas-te, carrega no botão OK" - "acabas-te", em vez de "acabaste".

Tudo isto se pode ler nas instruções dos jogos que vêm instalados de origem no computador Magalhães, conforme descobriu o deputado José Paulo Carvalho, depois de navegar na área lúdica do computador.

Ontem, depois de ter sido confrontado pelo Expresso com a existência de mais de 80 erros destes no portátil que já foi distribuído a 200 mil crianças, o Ministério da Educação informou que vai pedir a todas as escolas que retirem esse software dos computadores dos seus alunos. E vai ser solicitado à JP Sá Couto, empresa fabricante do Magalhães, que não inclua esses jogos nos computadores que ainda vai produzir.

Aqui fica uma lista (não exaustiva) das "pérolas" com que o "Magalhães" tem presenteado as nossas crianças.

* "Cada automóvel só pode mover horizontalmente ou verticalmente. Tu deves ganhar espaço para permitir ao carro vermelho de sair pelo portão à direita."

* "O Tux escondeu algumas coisas. Encontra-las na boa ordem."

* "Carrega nos elementos até pensares que encontras-te a boa resposta. (...) Nos níveis mais baixos, o Tux indica-te onde encontras-te uma boa cor marcando o elemento com um ponto preto. Podes utilizar o botão direito do rato para mudar as cores no sentido contrario."

* "Dirije o guindaste e copía o modelo."

* "Abaixo da grua, vai achar quatro setas que te permitem de mexer os elementos."

* "O objectivo do quebra-cabeças é de entrar cifres entre 1 e 9 em cada quadrado da grelha, frequentemente grelhas de 9x9 que contéem grelhas de 3x3 (chamadas 'zonas'), começando com alguns números já metidos (os 'dados'). Cada linha, coluna, e zona só pode ter uma vez um símbolo ou cifre igual." (nota: instruções para o jogo sudoku)

* "Carrega em qualquer elemento que tem uma zona livre ao lado dele. Ele vai ir para ela."

* "Enfia a bola no buraco preto á direita."

* "Com o teclado, escreve o número de pontos que vês nos dados que caêm."

* "O objectivo do jogo é de capturar mais sementes do que o adversário. (...) Se os jogadores se acordam no facto que o jogo está num ciclo sem fim, cada jogador captura as sementes do seu lado."

* "Ao princípio do jogo 4 sementes são metidas em cada casa. O jogadores movem as sementes por vês. A cada torno, um jogador escolhe uma das 6 casas que controla. (...) Se a última semente também fês um total de 2 ou 3 numa casa do adversário, as sementes também são capturadas, e assim de seguida. No entanto, se um movimento permite de capturar todas as sementes do adversário, a captura é anulada (...). Este interdito é ligado a uma ideia mais geral, os jogadores devem sempre permitir ao adversário de continuar a jogar."

* "Aceder ás actividades de descoberta."

* "Pega as imagens na esquerda e mete-las nos pontos vermelhos."

* "Carrega e puxa os elementos para organizar a historia."

(nota: "historia" é repetidamente escrito sem acento)
* "Saber contar básicamente."

* "Move os elementos da esquerda para o bom sitio na tabela de entrada dupla."

* "Puxa e Larga as peças no bom sitio."

(nota: "sitio" nunca é escrito com acento)
* "Com o teclado, escreve o número de pontos que vês nos dados que caêm."

* "Primeiro, organiza bem os elementos para poder contar-los (...)."

* "Carrega no chapéu para o abrires ou fechares. Debaixo do chapéu, quantas estrelas consegues ver a moverem? Conta attentamente. Carrega na zona em baixo à direita para meter a tua resposta."

* "Treina a subtracção com um jogo giro. Saber mover o rato, ler números e subtrair-los até 10 para o primeiro nível."

* "Quando acabas-te, carrega no botão OK ou na tecla Entrada."

* "Conta quantos elementos estão debaixo do chapéu mágico depois que alguns tenham saído."

* "Olha para o mágico, ele indica quantas estrelas estão debaixo do seu chapéu mágico. Depois, carrega no chapéu para o abrir. Algumas estrelas fogem. Carrega outra vês no chapéu para o fechares. Deves contar quantas ainda estão debaixo do chapéu."

* "Lê as instruções que te dão a zona em que está o número a adivinhar. Escreve o número na caixa azul em cima. Tux diz-te se o número é maior ou mais pequeno. Escreve então outro número. A distância entre o Tux e a saída à direita representa quanto longe estás do bom número. Se o Tux estiver acima ou abaixo da saída, quer dizer que o teu número é superior ou inferior ao bom número."

* "Tens a certeza que queres saír?"

* "Aprende a escrever texto num processador. Este processador é especial em que obriga o uso de estilos (...)"

* "Neste processador podes escrever o texto que quiseres, gravar-lo e continuar-lo mais tarde. Podes estilizar o teu texto utilizando os botões à esquerda. Os quatro primeiros permitem a escolha do estilo da linha em que está o cursor. Os 2 outros com múltiplas escolhas permitem de escolher tipos de documentos e temas coloridos pré-definidos."

* "Envia a bola nas redes"

* "É preciso saber manipular e carregar nos botões do rato fácilmente."

* "O objectivo é só de descobrir como se podem criar desenhos bonitos com formas básicas (...)."

* "O objectivo é de fabricar um forma dada com sete peças."

* "Quando o tangram for dito frequentemente ser antigo, sua existência foi somente verificada em 1800."

(nota: explicação do tangram, um quebra-cabeças tradicional chinês)
* "Mexe as peças puxando-las. Carrega o botão direito nelas para as virar. Selecciona uma peça e roda à volta dela para a rodar. Quando a peça pedida estiver feita, o computador vai reconhecer-la (...)."

* "Reproduz na zona vazia a mesma torre que a que está na direita."

* "Reproduzir a torre na direita no espaço vazio na esquerda."

* "Puxa e Larga uma peça por vês, de uma pilha a outra, para reproduzir a torre na direita no espaço vazio na esquerda."

* "Move a pilha inteira para o bico direito, um disco de cada vês."(nota: as quatro últimas frases são as instruções dos jogos "Torres de Hanoi" e Torres de Hanoi simplificadas" - "Hanoi" sem acento no "o")

* "Torno dos brancos"

(nota: a vez de jogar das peças brancas num jogo de xadrez)

* "Joga o joga de estratégia Oware contra o Tux."


Para este jogo é preciso ter cérebro
As instruções de cada jogo no ambiente de trabalho Linux do "Magalhães" estão organizadas em três tipos de informação: "objectivo" (o propósito daquele jogo), "manual" (a forma de jogar - por exemplo, quais as teclas e como fazer cada acção) e "necessário" (os requisitos para poder jogar).

Clicando em "necessário" encontramos indicações tão diversas como "bom controlo do rato", "utilização do teclado", "ler as horas" ou "saber contar". Mas nas instruções do "Jogo de Bolas" ficamos a saber que, para essa actividade, é "necessário: cérebro".

F.S.C.